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Como Ministrar Casamentos, Santa Ceia, Batimos…

CERIMÔNIA DE CASAMENTO
O casamento é uma instituição civil e religiosa, estando, portanto, sujeito a regulamentos jurídicos.
O pastor deve familiarizar-se com as leis do Estado e da Nação onde estiver celebrando esta cerimônia, pois só assim manterá sua consciência tranquila, sabendo que está cumprindo os requisitos da lei. Além disto, deve manter um registro no qual fará constar os casamentos realizados em sua igreja, com todos os dados necessários, e a assinatura dos cônjuges, das testemunhas e do ministro oficiante.
A cerimônia pode ser celebrada no templo, ou em uma casa particular, mas sempre na presença de testemunhas.
Convém que o pastor e os cônjuges ensaiem antecipadamente a ordem do programa da cerimônia para evitar confusões. O pastor deve orientar e participar de um ensaio com as pessoas envolvidas, mostrando como se deve entrar e sair durante uma cerimônia nupcial.
Nota: Em algumas cidades brasileiras, o pastor, antes de realizar a cerimônia religiosa, exige dos nubentes a certidão de casamento civil. Porém, em outras cidades, o pastor realiza o Casamento Religioso para Efeitos Civis. Nesse último caso, antes de realizar a cerimônia, o pastor exige dos noivos a certidão de habilitação para eles poderem se casar. Essa certidão é requerida junto ao cartório do distrito de residên¬cia de um dos nubentes. De posse desse documento, o pastor realiza o Casamento Religioso para Efeitos Civis.
Na semana seguinte à cerimônia, o casal ou um de seus familiares, encaminha ao cartório o Termo de Casamento Religioso para Efeitos Civis, comprovando a realização da cerimônia religiosa, e solicitando a Certidão de Casamento, devidamente registrada. Pastores que exigem antecipadamen¬te a apresentação da certidão de casamento civil estão, inad¬vertidamente e sem necessidade, colocando-se em uma posi¬ção inferior a da autoridade civil.
CERIMÔNIA 1
Instituição do casamento
Os noivos estarão juntos, de pé, diante do ministro, o noivo à direita da noiva. Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:
“Estamos reunidos na presença de Deus e destas testemu¬nhas para solenizar diante do Todo-poderoso o casamento deste homem e desta mulher.
“O casamento é um estado honroso estabelecido por Deus, e santificado pela presença de nosso Senhor nas bodas de Cana da Galiléia. As Sagradas Escrituras nos dizem que dig¬no de honra entre todos é o casamento, e o consagram como símbolo da união mística entre Cristo e sua Igreja.
“O casamento deve ser contraído com reverência e no te¬mor de Deus, considerando-se os fins para os quais ele foi ordenado, isto é, para o companheirismo, o apoio e o consolo que os esposos devem proporcionar um ao outro enquanto viverem.
“O casamento foi ordenado para dar continuidade à sa¬grada instituição da família, e para que os filhos, que são he¬rança do Senhor, sejam criados em retidão e respeito às coi¬sas de Deus. O casamento contribui também para o bem-es¬tar da sociedade e para transmitir – mediante a boa ordem familiar -, a pureza, a santidade e a verdade de geração em geração.
“No jardim do Éden, Deus instituiu essa união à partir do primeiro casal humano, a fim de tornar feliz toda a hu¬manidade. Desde então os seres humanos o têm praticado e, para dar-lhe consistência, o têm legalizado. Pode-se dizer que o casamento é o contrato jurídico de uma união espiri-tual.
“A Palavra de Deus expressa que o casamento deve ser ‘dig¬no de honra entre todos’ (Hebreus 13:4). Aqueles que se casam decidiram aceitar este estado honroso.”
Oração
“Nosso Pai e Deus, nenhum dos nossos prazeres será per¬feito se tu não o tomares completo. Faltará algo sublime em nossas horas mais felizes se tu não nos acompanhares com tua bênção. Suplicamos-te, pois, que assim como o Senhor Jesus Cristo esteve presente nas bodas de Cana da Galiléia, assim também nós possamos desfrutar do gozo de tua divina presença agora, durante esta cerimônia.
“Pedimos que a bênção de tua presença seja uma realidade na vida deste homem e desta mulher, que vão fazer um jura¬mento solene diante de ti e destas testemunhas, de modo que a lembrança desta hora santa os fortaleça e os console em meio a todas as provas e mudanças que o futuro lhes trouxer. Que a plenitude de tua presença seja uma realidade em todas essas situações, ó Senhor, e manifesta a tua sabedoria, o teu amor e a tua direção neste casamento. Amém.”
Leitura bíblica
Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá:
“Vocês vieram a mim, ministro de Cristo, para serem uni¬dos diante de Deus, pelos santos laços do matrimônio. Isto re¬presenta um passo sério e solene, onde um assume perante o outro o compromisso de enfrentar as circunstâncias que se lhes apresentarem, sejam elas de riqueza ou de pobreza, de alegria ou de tristeza, de saúde ou de enfermidade, e compartilharem tudo o que a vida dá e tudo o que ela tira, mantendo a fidelida¬de um para com o outro, como esposo e esposa, conforme o que foi ordenado por Deus, até que a morte os separe.
“Ouçam, pois, a Palavra de Deus, escrita para a instrução de vocês, e para que vocês tenham luz em seu caminho.”
O ministro lera as seguintes passagens bíblicas:
“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela pala¬vra, a fim de apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mu¬lher, ama-se a si mesmo. Afinal de contas, nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; pois somos membros do seu cor¬po. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher, e serão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher respeite a seu marido” (Efésios 5:25-33).
“Igualmente, vós, maridos, vivei com elas com entendi¬mento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações” (1 Pedro 3:7).
“Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor. Pois o marido é o cabeça da mulher, como tam¬bém Cristo é o cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos” (Efésios 5:22-24).
“Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios maridos, para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, pelo procedimento de suas mulhe¬res sejam ganhos sem palavra” (1 Pedro 3:1).
Votos:
Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará:
“__________________(nome do noivo), você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber __________________(nome da noiva), como sua legítima esposa para viver com ela, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-la, honrá-la, consolá-la e protegê-la na enfermidade ou na saú¬de, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ela enquanto os dois viverem?”
O noivo responderá: “Sim, prometo.”
Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:
“__________________(nome da noiva), você promete, diante de Deus e destas testemunhas, receber __________________ (nome do noivo) como seu legítimo esposo, para viver com ele, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-lo, honrá-lo, respeitá-lo, ajudá-lo e cuidar dele na enfermidade ou na saúde, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ele enquanto os dois viverem?”
A noiva responderá: “Sim, prometo.”
Entrega das alianças
No caso da cerimônia incluir entrega de alianças, o ministro dirá ao noivo:
“__________________(nome do noivo), que penhor você dará a __________________(nome da noiva) como teste¬munho de suas promessas?”
O noivo porá a aliança sobre a Bíblia do ministro, e o ministro, segurando a aliança, dirá ao noivo que repita as seguintes palavras:
“Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.”
Entregando a aliança ao noivo para que ele a coloque no dedo anular da noiva, o ministro dirá ao noivo:
“Que esta aliança seja o símbolo puro e imutável do seu amor.”
Em seguida, o ministro dirá à noiva:
“__________________(nome da noiva), que penhor você dará a __________________{nome do noivo) como teste¬munho de suas promessas?”
A noiva colocará a aliança sobre a Bíblia do ministro, e este, segurando a aliança, dirá à noiva que repita as seguintes palavras:
“Usando esta aliança como símbolo de nossa união, eu me caso contigo, unindo a ti o meu coração e a minha vida, e tornando-te participante de todos os meus bens.”
Entregando a aliança à noiva para que ela a ponha no dedo anular do noivo, o ministro dirá à noiva:
“Que esta aliança seja o símbolo puro e imutável do seu amor.”
Oração
Em seguida os noivos se ajoelharão, e se o ministro achar conveniente, ele dirá:
“Como sinal de fidelidade às promessas que vocês fize¬ram um ao outro, segurem agora a mão um do outro.”
O ministro colocará a mão direita sobre as mãos unidas dos noivos e orará, fazendo a Deus os seguintes pedidos:
“Deus eterno, Criador e Consolador do gênero humano, Doador de toda a graça espiritual, e Autor da vida eterna: Abençoa este homem e esta mulher, a quem abençoamos em Teu nome, a fim de que eles vivam sempre em paz e em amor, conforme teus santos mandamentos, e conduzindo o lar e a vida deles de acordo com tua Santa Palavra, através de nosso Senhor Jesus Cristo.
“Rogamos-te, ó Deus Todo-poderoso, que continues a ser Salvador e guia de suas almas imortais, para que, mediante a redenção de nosso Senhor Jesus Cristo, alcancem a glória eterna. Amém.”
Pronunciamento
Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:
“Visto que __________________________(nome dos noivos) consentiram ambos em ingressar no estado de ma¬trimônio, diante de Deus e destas testemunhas, havendo ambos dado e empenhado sua fé e palavra um ao outro, o que manifestaram pela união das mãos, eu os declaro mari¬do e mulher, casados em nome do Pai, do Filho e do Espíri¬to Santo. Amém.”
“Aqueles aos quais Deus uniu, nenhum homem os separe.”
Bênção pastoral
O ministro colocará a mão direita sobre as mãos dos noivos e dirá:
“Que o Deus Todo-poderoso, Pai, Filho, e Espírito Santo vos abençoe, vos guarde e vos mantenha firmes. Que o Se¬nhor, em sua misericórdia, volte para vós seus olhos de har¬monia e vitória, e de tal maneira vos encha de sua graça e bênçãos espirituais, que possais viver neste mundo em seu santo temor, e no mundo vindouro possais gozar da vida celestial e eterna. Amém.”
CERIMÔNIA 2
Instituição do casamento
Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:
“Amados irmãos e amigos, estamos reunidos na presença de. Deus e destas testemunhas para unir este homem e esta mulher no santo matrimônio, que é um estado honroso, e por¬tanto não deve ser contraído como se fosse algo sem muita significação, mas com reverência, discrição e no temor de Deus.
“Este estado santo foi instituído por Deus quando o ho¬mem ainda era inocente. Disse o Senhor: ‘Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma companheira que lhe seja idônea.’ Desta forma foram celebrados os primeiros laços des¬te sagrado pacto de matrimônio, pronunciando Deus estas pa¬lavras: ‘Portanto, deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e ambos serão uma só carne.’
“Cristo, nosso Salvador, honrou com sua presença e trans¬formou com seu poder divino as bodas de Cana da Galiléia, realizando ali seu primeiro milagre. Deste modo ele realçou uma reunião terrena com uma manifestação sobrenatural.
“O apóstolo Paulo nos faz ver o aspecto transcendental da união de um homem com uma mulher quando compara esse amor com o amor de Cristo para com sua Igreja. João nos faz ver que a Igreja é a noiva de Cristo, a escolhida entre todos os seres humanos, e que depois do arrebatamento da Igreja, as bodas mais gloriosas que jamais foram vistas serão celebra¬das: As Bodas do Cordeiro.”
Leitura bíblica
Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá:
“Ouçam, pois, a Palavra de Deus através de Paulo, escrita para a instrução de vocês a respeito desse passo tão impor¬tante que vocês estão para dar. O apóstolo Paulo disse aos ‘v’esposos: ‘Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar… Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. ‘
“Pedro dá estas palavras de conselho aos esposos: ‘Igualmente, vós maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra a mulher, com vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.’
“Da mesma forma, ouçam o que dizem as Sagradas Es¬crituras às esposas: ‘Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor Pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja… De sorte que assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.’
“Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a VOSSOS próprios maridos A beleza das esposas não seja o enfeite exterior, como o frisado de cabelos, o uso de jóias de ouro, ou o luxo dos vestidos, mas a beleza interi¬or, no incorruptível traje de um espírito manso e tranqüilo, que é precioso diante de Deus.'”
Oração
Entrega da noiva
Dirigindo-se à igreja, o ministro perguntará:
“Quem entrega esta mulher para que ela se case com este homem?
O pai da noiva ou outro parente responderá: “Eu a entrego.”
Votos
Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará:
“__________________(nome do noivo), você recebe esta mulher como sua legítima esposa, para viver com ela no san¬to estado do matrimônio, segundo o que foi ordenado por Deus? Você promete amá-la, honrá-la e cuidar dela na enfermidade ou na saúde, e, rejeitando todas as demais mulheres, ser fiel a ela enquanto os dois viverem?”
O noivo responderá: “Sim, prometo.”
Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:
“__________________(nome da noiva), você recebe este homem como seu legítimo esposo, para viver com ele no santo estado do matrimônio, segundo o que foi ordenado por Deus? Promete amá-lo, honrá-lo, obedecer a ele e cuidar dele na enfermidade e na saúde, e, rejeitando todos os demais ho¬mens, ser-lhe fiel enquanto os dois viverem?
A noiva responderá: “Sim, prometo.”
Dirigindo-se aos dois, o ministro dirá:
“Segurem um na mão do outro, e repita cada um comigo:
O noivo repetirá estas palavras do ministro:
“Eu,__________________(nome do noivo), recebo você, __________________(nome da noiva), como minha legíti¬ma esposa, para que nós dois sejamos um só, deste dia em diante, para os dias bons e para os dias maus, em riqueza ou em pobreza, em prosperidade ou em adversidade, para cuidar de você e lhe amar, até que a morte nos separe.”
A noiva repetirá estas palavras do ministro:
“Eu, ___________________ (nome da noiva), recebo você, __________________(nome do noivo), como meu legítimo esposo, para que os dois sejamos um só, deste dia em diante, para os dias bons e para os dias maus, em riqueza ou em pobreza, em prosperidade ou em adversidade, para cuidar de você e lhe amar, até que a morte nos separe.”
Entrega da aliança
Dirigindo-se aos dois, o ministro perguntará:
“O que vocês entregarão um ao outro como penhor destes votos?
O noivo dará a aliança ao ministro, que dirá:
“A Bíblia diz que quando Deus fez um pacto com Noé, colocou no céu um arco-íris como sinal do pacto, e disse: ‘E eu o verei para me lembrar da aliança eterna.'”
“Da mesma forma, é bom termos um sinal que nos lem¬bre a realização deste solene ato nupcial. Vocês escolheram estas alianças como sinal de seu matrimônio.
“A aliança é feita de metal precioso, que representa os vínculos que unem esposos e esposas. É uma circunferência sem fim, simbolizando a perpétua união de vocês.”
Dirigindo-se ao noivo, o ministro dirá:
“__________________(nome do noivo), tome esta ali¬ança, coloque-a no dedo anular de sua noiva e repita comigo: ‘Com esta aliança eu me caso com você, e lhe faço dona tam¬bém dos meus bens terrenos, e por este ato declaro diante de Deus e das testemunhas que a recebo como minha esposa, e que lhe serei fiel esposo.'”
Dirigindo-se à noiva, o ministro pedirá que ela repita as seguintes palavras:
“Recebo esta aliança de suas mãos, e declaro, portanto, diante de Deus e destas testemunhas que lhe serei fiel tanto na alegria como na tristeza.
“Com esta aliança selamos duplamente nossos votos, e você partilhará comigo o símbolo de nosso casamento.”
Dirigindo-se aos dois, o ministro dirá:
“Visto que vocês já declararam sinceramente o desejo de unirem-se em matrimônio, diante de Deus, e confirmaram o mesmo ao dar e receber as alianças, agora eu os declaro mari¬do e mulher em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Aqueles aos quais Deus uniu, que nenhum homem os separe.
“Eu lhes exorto a serem fiéis aos votos que vocês fizeram aqui. Com este casamento, vocês iniciam uma vida nova com maiores responsabilidades. Só encontrarão a verdadeira felici¬dade se cumprirem com as obrigações que acabam de assumir.
“___________________(nome do noivo), proteja esta mulher que agora se submete ao seu cuidado, e esforce-se por viver no amor de Deus, de tal maneira que nenhuma ação ou palavra sua lance amargura sobre seu rosto, nem encham os seus olhos de lágrimas.
“__________(nome da noiva), esforce-se por conservar com suas virtudes o coração que você conquistou com sua graça.
“Aos dois eu digo: ‘Não permitam que na voz de vocês se apaguem os tons ternos de carinho, nem que os olhos de vocês percam o brilho que os fazia resplandecer durante o noivado. Porém, e acima de tudo, esforcem-se para que Deus ocupe sempre o trono do lar que vocês estão iniciando agora.”
Bênção pastoral
O ministro dirá aos noivos que se ajoelhem, e orará assim:
“O Senhor os abençoe e os guarde. O Senhor faça res¬plandecer o seu rosto sobre vocês e tenha misericórdia de vocês. O Senhor sobre vocês levante o seu rosto e lhes dê a paz.”
CERIMÔNIA 3
Instituição do casamento
Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:
“Quando Jesus foi chamado com seus discípulos a uma festa de casamento, de boa vontade aceitou o convite, e ali deu início ao seu ministério e às suas obras de poder. É por isso que também hoje nos reunimos aqui, como testemunhas perante Deus, das promessas que este ho¬mem e esta mulher vão fazer um ao outro.
Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá:
“Esta cerimônia matrimonial que está sendo celebra¬da agora para unir vocês com os sagrados laços religio¬sos, é a mais antiga cerimônia da história da humanida¬de. Foi celebrada no começo do mundo perante o próprio Criador como única testemunha, convidado e ministro, e o que aconteceu antes está acontecendo agora. O matri¬mônio nunca deixou de existir, pois sobreviveu no para¬íso, e tem sido mantido pelo próprio Deus, para aliviar as dores e consolar as tristezas do nosso coração quebrantado. Assim será a cada um de vocês, caso seus corações abriguem o desejo de embelezá-lo e suavizá-lo mediante o constante cuidado, mesmo nas mínimas coisas, medi¬ante a paciência e o sacrifício em favor do outro. Tudo isto colocamos diante de vocês, e convocamos aqui Deus como testemunha, lembrando-lhes sempre que a oração constante lhes permitirá cumprir fielmente estas promes¬sas. Segurem agora a mão um do outro.”
Votos
Dirigindo-se ao noivo, o ministro perguntará:
“__________________(nome do noivo), você aceita receber esta mulher, cuja mão você está segurando agora, como sua legítima esposa?
O noivo responderá: “Sim, aceito.”
“Você promete solenemente, diante de Deus e destas tes¬temunhas, cuidar dela, amá-la e defendê-la, e ser-lhe fiel en¬quanto Deus lhe conceder vida?”
O noivo responderá: “Sim, prometo.”
Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:
“____________________(nome da noiva), você aceita receber este homem, cuja mão você está segurando agora, como seu legitimo esposo?”
A noiva responderá: “Sim, aceito.”
“Você promete solenemente, diante de Deus e destas tes¬temunhas, unir-se a ele à fim de amá-lo e ser-lhe fiel durante toda a vida, sob qualquer circunstância, até que a morte os separe?”
A noiva responderá: “Sim, prometo.”
Entrega das alianças
Preparando-se para passar a aliança às mãos do noivo, o ministro dirá:
“Visto que agora, como esposo, você é a cabeça da espo¬sa, a quem está dando o seu nome e a quem está recebendo para cuidar dela e prover-lhe as necessidades, entrego-lhe esta aliança para que você a coloque no dedo desta mulher, como sinal de que a está recebendo como esposa.”
O ministro esperará que o noivo coloque a aliança no dedo anular da noiva, e dirá:
“Assim, pois, você cuidará da sua esposa com a força de seu vigor e com seu amor protetor.
“Vocês usarão estas alianças como um vínculo de reve¬rência e fé profunda, completando ambos o círculo perfeito do dever que os torna uma só pessoa.”
Pronunciamento
“Em nome de Jesus Cristo e diante destas testemunhas, eu os declaro marido e mulher, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Aqueles a quem Deus uniu, que nenhum homem os separe.”
Oração e bênção pastoral
O ministro pedirá a Deus que abençoe o novo lar, e pronunciará a seguinte bênção pastoral:
“E agora, que aquele que caminhou em íntima comunhão com o primeiro casal humano nos dias da inocência, aquele Va¬rão de dores cujo ministério milagroso produziu grande regozijo na festa das bodas, aquele que vivendo no coração de vocês, pode fazer do lar que vocês estão iniciando uma morada de amor e paz – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – sejam com vocês para sempre. Amém.”
CERIMÔNIA 4
A ordem do programa é deixada a critério do ministro. Uns começam com a leitura de partes selecionadas das Sagradas Escrituras, outros com oração, e ainda outros com reminiscências oportunas de exemplos bíblicos. Há quem omita tudo isso no princípio e o reserve para o final. Uns oram no princípio e também no final. O melhor é que cada ministro determine desde o princípio a forma de cerimônia que vai empregar, de acordo com o que os noivos preferirem. Antes de realizar a cerimônia religiosa, o ministro deve verificar se os noivos já cumpriram com os requisitos da lei civil.
O Pai Nosso (opcional)
Instituição do casamento
Os noivos (o homem e a mulher) permanecerão de pé perante o ministro e as testemunhas.
Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:
“A Bíblia declara que o matrimônio é um estado honroso, instituído por Deus quando o homem ainda era inocente, an¬tes que pecasse contra o seu Criador e fosse expulso do Para¬íso. A instituição do casamento por Deus foi uma concessão sábia e benéfica para guardar a ordem social e transmitir -mediante a boa ordem familiar -, a pureza, a santidade e a verdade, de geração em geração.
“Cristo aprovou o matrimônio quando fez seu primeiro milagre, e santificou as bodas de Cana da Galiléia com sua presença. Paulo afirma que o casamento é digno de honra entre todos. Portanto, ele deve ser realizado com reverência e no temor de Deus.”
Votos
Dirigindo-se aos noivos, o ministro dirá:
“Como sinal de sua união como esposo e esposa, segu¬rem na mão um do outro.”
Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:

“__________________(nome do noivo), você aceita esta mulher, cuja mão você está segurando, como sua legítima esposa? Promete solenemente, diante de Deus e destas teste¬munhas, amá-la, honrá-la e consolá-la, mantendo-se fiel a ela, e cumprindo com todos os deveres de um esposo para com sua esposa, enquanto Deus lhe conceder vida?”
O noivo responderá: “Sim, aceito e prometo.”
Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:
“__________________(nome da noiva), você aceita este homem, cuja mão você está segurando, como seu legítimo esposo? Promete solenemente diante de Deus e destas teste¬munhas amá-lo, honrá-lo e consolá-lo, mantendo-se fiel a ele e cumprindo com todos os deveres de uma esposa para com seu esposo, enquanto Deus lhe conceder vida?”
A noiva responderá: “Sim, aceito e prometo.”
Se o noivo vai entregar uma aliança à noiva, o ministro a receberá antecipadamente da mão do noivo. Dirigindo-se a ele, o ministro lhe perguntará:
“__________________(nome do noivo), você entrega esta aliança a __________________(nome da noiva), como pe¬nhor e prova de que a está recebendo como sua legítima es¬posa, como sinal de amor puro e sincero de que você a amara e cumprirá fielmente os votos sagrados que você fez a ela?’
O noivo responderá: “Sim.”
Dirigindo-se à noiva, o ministro perguntará:
“__________________(nome da noiva), você aceita esta aliança da parte de__________________ (nome do noivo), a quem está recebendo como seu legítimo esposo, como prova e penhor de amor verdadeiro, e de que cumprirá fielmente os votos sagrados que você fez a ele?”
A noiva responderá: “Sim.”
O ministro devolverá a aliança ao noivo, solicitando que ele a coloque no dedo da noiva, e dirá aos dois:
“Seja este o selo de sua fidelidade mútua, do amor que vocês sentem um pelo outro, da lembrança desta sagrada ce¬lebração e dos sacrossantos laços matrimoniais pelos quais vocês estão se unindo em matrimônio, até que a morte os separe.”
Pronunciamento
“Visto que este homem e esta mulher solenemente diante de Deus e destas testemunhas, têm empenhado sua fé e pala¬vra um ao outro, e solenizado esse compromisso com a união das mãos, agora eu os declaro marido e mulher em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém. Aqueles a quem Deus uniu, que nenhum homem os separe.”
Oração e bênção pastoral
O ministro dirá aos noivos que se ajoelhem, e concluirá com a seguinte oração e bênção pastoral:
“Deus eterno, Criador e Soberano do gênero humano, Doador de toda graça espiritual, Autor da vida eterna: Aben¬çoa este homem e esta mulher. Ajuda-lhes dia após dia a for¬marem o seu lar do qual Tu serás o cabeça e o hóspede invisível. Ajuda-lhes a cumprirem e guardarem sempre os votos e promessas que fizeram neste memorável dia.
“Que Deus o Pai, Deus o Filho, e Deus o Espírito Santo os abençoe, os guarde e os mantenha firmes; que o Senhor, em sua misericórdia, volte para vocês seu rosto a fim de abençoá-los rica e abundantemente, e os encha do seu santo amor, e que no mundo futuro vocês possam desfrutar da vida eterna. Amém.”
Passagens bíblicas
O ministro selecionará algumas das seguintes passagens para ler durante a cerimônia, de acordo com a ordem do programa, estabelecida antecipadamente:
“Disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda. Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu, trouxe-os ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome. Assim o homem deu nome a todos os animais domésticos, às aves do céu e a todos os ani¬mais do campo. Mas para o homem não se achava adjutora que lhe correspondesse. Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou, en¬tão, uma de suas costelas, e fechou a carne em seu lugar. En¬tão da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou a mulher, e a trouxe ao homem. Disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chama-da mulher, pois do homem foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne.” (Gênesis 2:18-24).
“Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levan¬tando mãos santas, sem ira nem contenda. Quero que, do mesmo modo, as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com trancas, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos dispendiosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras… Quero, pois, que as mais novas se casem, tenham fi-lhos, sejam boas donas de casa e não dêem ocasião ao adver¬sário de maldizer.” (1 Timóteo 2:8-10; 5:14).
“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, pois aos devassos e adúlteros Deus os julgará.” (Hebreus 13:4).
“Vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios mari¬dos, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente.” (Colossenses 3:18-19).
“Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de vida da tua vaidade, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade. Porque esta é a tua porção nesta vida, e do teu trabalho, que tu fazes debaixo do sol.” (Eclesiastes 9:9).
Outras passagens pertinentes
Provérbios 7:6-27; 12:4; 31:10-12.14,20.23; 31:10-31
Mateus 19:3-12:22:30
Romanos 7:2-3
1 Coríntios6:16
1 Coríntios 7:29-31
1 Coríntios 11:8-9,11-12
2 Coríntios 6:14-18 Tito 2:3-5
1 Pedro 3:1-7
O BATISMO
Os sacramentos
O cristianismo neotestamentário não é uma religião de ritos, e sim um relacionamento íntimo entre o ser humano e Deus, ou seja, o contato direto que o Criador mantém com sua criatura, através do Espírito Santo. Portanto, não estabelece um sistema rígido de culto, mas proporciona-lhe um espaço amplo, que é a Igreja, dentro da qual ele possa render culto a Deus.
Há, porém, duas cerimônias que são essenciais, já que foram devidamente ordenadas: o batismo e a Santa Ceia. Em virtude de seu caráter sagrado, estas cerimônias são descritas às vezes como sacramentos, ou seja, coisas sagradas. Também são chamadas ordenanças, porque são cerimônias ordenadas pelo Senhor Jesus Cristo.
A palavra “batizar”, empregada na forma do batismo, significa literalmente “submergir”. Esta interpretação está confirmada por estudiosos do idioma grego e historiadores eclesiásticos. O batismo por imersão está de acordo com o significado simbólico do batismo, ou seja, morte, sepultamento e ressurreição (Romanos 6:1-14).
Preparação dos candidatos
Só devem ser batizadas as pessoas que tiverem reconhecido seu pecado, tiverem se arrependido e aceitado Jesus Cristo como seu Salvador pessoal. O ministro ensinará a estas pessoas as doutrinas cristãs, acompanhando o texto bíblico com um manual de doutrinas cristãs. Quando estiver convencido da conversão genuína destes candidatos, ele lhes instruirá sobre a necessidade do batismo em água. Aos que desejarem dar este importante passo, convém interrogá-los quanto às suas convicções cristãs, para evitar batizar os que não deram ainda provas de verdadeira conversão.
Antes da cerimônia, o ministro se reunirá com os candidatos aprovados a fim de prepará-los física e espiritualmente para o batismo, e assegurar deste modo a solenidade da cerimônia. Quanto ao físico, poderá mostrar aos candidatos como cruzar as mãos sobre o peito no momento antes da imersão na água. Quanto ao espiritual, poderá pedir-lhes que assumam o seguinte compromisso que ele lhes lera:
“Mediante o sofrimento expiatório do Senhor Jesus Cris¬to, temos estabelecido um relacionamento com Deus, relaci¬onamento que se chama novo pacto, segundo o qual recebe¬mos o perdão dos pecados e a vida eterna.
“Esta cerimônia de batismo nos lembra nossas obrigações para com Deus e para com os demais. Portanto, aproveitare¬mos a oportunidade para nos consagrar de novo e renovar nossas promessas. Nós nos comprometemos a trabalhar pelo progresso da igreja no conhecimento e santidade, para pro¬mover sua espiritualidade e para nos mantermos firmes em seu culto, disciplina e doutrina.
“Como administradores do que Deus nos confiou, nós nos comprometemos a contribuir com alegria e regularmente para o sustento do ministério, para os gastos da igreja, para o auxí¬lio dos pobres e a expansão do evangelho por todo o mundo.
“Quanto ao nosso lar, nós nos comprometemos a manter o culto doméstico e a oração em casa, a criar os nossos filhos no temor do Senhor, e a buscar a salvação dos nossos entes queridos e de nossos conhecidos.
“Em virtude de nosso chamado como crentes, e pelo amor as pessoas não-convertidas por quem Jesus Cristo também morreu, nós nos comprometemos a andar com prudência e discrição diante do mundo, evitando a pecaminosidade e o que é reprovável. Nós nos comprometemos a ser justos em nosso relacionamento com os demais, fiéis em nossos com¬promissos, e exemplares em nossa conduta. Nós nos com¬prometemos a evitar as murmurações, as fofocas e a ira, e a ser fervorosos em nossos esforços por expandir o reino de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
“Em virtude de termos um só Senhor que nos une como irmãos em uma só fé, nós nos comprometemos a velar uns pelos outros em amor fraternal, a orar uns pelos outros, a nos ajudarmos em tempos de enfermidades e dificuldades, a ser¬mos corteses em nossa maneira de falar, a não ofendermos por nada, e a estarmos sempre dispostos a procurar recon¬ciliação segundo os ensinamentos de nosso Senhor.
O ministro perguntará aos candidatos:
“Vocês assumem este compromisso?”
Os candidatos em uníssono responderão: “Sim, nós o assumimos, e pela graça de Deus o cumpriremos.”
Instruções para o ministro
É costume celebrar um breve culto devocional antes da cerimônia do batismo. Se o culto for realizado em um lugar público onde estarão reunidas pessoas não-convertidas, é ideal explicar o plano da salvação e o significado maravilhoso do batismo em água. Tanto perante crentes como não-crentes, é proveitoso estabelecer a base bíblica do batismo, mediante a leitura de uma das passagens que aparecem no final deste capítulo.
Se o batismo é realizado em batistério, o ministro descerá primeiro e ajudará os candidatos a descerem, para evitar que escorreguem ou tropecem. Se o batismo é realizado em um rio, o ministro deverá batizar contra a corrente, de modo que a força da corrente o ajude a levantar da água a pessoa batizada. Em qualquer caso, procurará estar de frente para o público, a fim de que todos possam ver o ato do batismo.
O ministro orará pelos candidatos e, à medida que tiver dado a cada um a oportunidade de testificar de sua fé no Senhor Jesus Cristo e de sua firme e fiel determinação de perseverar até o fim, os irá batizando um por um, empregando uma das seguintes fórmulas:
“Irmão(ã)__________________(nome do candidato), devido ao fato de você já ter crido no nosso Senhor Jesus Cristo, e o aceitado como seu Salvador pessoal, eu o (a) bati¬zo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
“Em obediência à grande comissão, e segundo sua profis¬são de fé no Senhor Jesus Cristo, eu batizo __________________(nome do candidato) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
“Diante de sua confissão de fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus e o seu Salvador, eu o (a) batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
Com uma mão o ministro segurará as mãos cruzadas do candidato, e com a outra o apoiará debaixo da nuca a fim de levantá-lo com segurança da água. Em seguida o submergirá e o levantará, evitando qualquer atitude que quebre a solenidade ou provoque risos.
Depois que todos tiverem sido batizados, o ministro orará por eles e despedirá a igreja, a não ser que o batismo esteja sendo celebrado durante uma das partes preliminares do culto.
Passagens bíblicas
“Naqueles dias apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia, e dizendo: Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus. Este é aquele de quem o profeta Isaías falou, ao dizer: Voz do que clama no deserto, preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo, e ele trazia um cinto de couro na cintura. Seu alimento era gafanhotos e mel silvestre. Então iam ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a região circunvizinha ao Jordão. Confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão. Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras! Quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi frutos dignos de arrependimento. E não penseis que basta dizer: Temos por pai a Abraão. Eu vos digo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. O machado já está posto à raiz das árvores, e toda árvore que não produz bom fruto, será cortada e lançada ao fogo. Eu vos batizo com água, para arrependimento. Mas após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. Na mão ele tem a pá, e limpará a sua eira, recolhendo o trigo no seu celeiro e queimando a palha com fogo que nunca se apagará. Então veio Jesus da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João tentava dissuadi-lo, di¬zendo: Eu preciso ser batizado por ti, e vens tu a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por agora, pois assim nos con¬vém cumprir toda a justiça. Então João consentiu. Assim que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Nesse instante abriram-se-lhe os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pom¬ba e pousando sobre ele. E uma voz dos céus disse: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mateus 3:1-17).
“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Como está escrito no profeta Isaías: Eu envio o meu anjo diante da tua face, o qual preparará o teu caminho. Voz do que clama no de¬serto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados. Toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele e, confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão. João andava vestido de pêlos de camelo, trazia um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre. E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas sandálias. Eu, em ver¬dade, vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo. Naqueles dias veio Jesus de Nazaré, na Galiléia, e foi batizado por João no Jordão. Logo que saiu da água viu os céus abertos, e o Espírito que, como pomba, descia sobre ele. Então ouviu-se esta voz dos céus: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.” (Marcos 1:1-11).
“Chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E certamente estou convosco todos os dias, até à consumação do século.” (Mateus 28:18-20).
“Mais tarde Jesus apareceu aos onze, estando eles à mesa, e lançou-lhes em rosto a incredulidade e dureza de coração, porque não acreditaram nos que o tinham visto já ressuscita¬do. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16:14-16).
“Disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe – a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. Com muitas outras pala¬vras dava testemunho, e os exortava, dizendo: Salvai-vos des¬ta geração perversa. Os que de bom grado receberam a sua palavra foram batizados, e naquele dia agregaram-se quase três mil almas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na co¬munhão, e no partir do pão e nas orações.” (Atos 2:38-42).
“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? De sorte que fo¬mos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressurgiu dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos em novidade de vida.” (Romanos 6:3-4).
“…pois todos vós que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo.” (Gálatas 3:27).
“…tendo sido sepultados com ele no batismo, nele tam¬bém ressurgistes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos.” (Colossenses 2:12).
Veja também Atos 8:26-39, 10:44-48 e 16:25-34.
“Irmãos, vocês já fizeram profissão pública de sua fé em Cristo, foram batizados no nome do Pai, e do Filho e do Espí¬rito Santo, e foram recomendados pelo corpo oficial da igreja para serem admitidos como membros. Vocês prometem ago¬ra viver uma vida santa como fiéis seguidores de Cristo, e contribuir para a paz, a prosperidade e a unidade da igreja?”
Os candidatos em uníssono responderão: “Sim, prometemos.”
O ministro dirá:
“Visto que vocês já fizeram profissão de sua fé no Senhor Jesus Cristo, nós os recebemos como membros desta igreja, com os privilégios e deveres próprios de nossa família espiritual.”
O ministro dará as boas-vindas a cada um dos novos membros, apertando-lhes a mão direita, e concluirá com a seguinte bênção pastoral:
“Que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo os abençoe e os guarde agora e para sempre. Amém.”
“Ora, o Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, o grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que perante ele é agradável por meio de Jesus Cristo, ao qual seja a glória para todo o sempre. Amém.” (Hebreus 13:20-21).
RECEPÇÃO DE NOVOS MEMBROS
Os candidatos se apresentarão diante da igreja, à qual o ministro dirá:
“Amados irmãos, as Escrituras nos ensinam que a igreja é um corpo e um exército, que tem por cabeça e capitão a Jesus Cristo. O plano de Deus consiste em ajuntar em um mesmo rebanho a todos os nascidos de novo, a fim de manter firmes os crentes e pregar o evangelho aos que ainda não creram em Cristo.”
“E dever dos membros procurar a paz e a unidade da igre¬ja, levando as cargas uns dos outros, socorrendo-se mutua¬mente, sendo fiéis à igreja e contribuindo para o sustento dela e suas atividades.”
Dirigindo-se aos candidatos, o ministro dirá:
“Irmãos, vocês já fizeram profissão pública de sua fé em Cristo, foram batizados no nome do Pai, e do Filho e do Espí¬rito Santo, e foram recomendados pelo corpo oficial da igreja para serem admitidos como membros. Vocês prometem ago¬ra viver uma vida santa como fiéis seguidores de Cristo, e contribuir para a paz, a prosperidade e a unidade da igreja?”
Os candidatos em uníssono responderão: “Sim, prometemos.”
O ministro dirá:
“Visto que vocês já fizeram profissão de sua fé no Senhor Jesus Cristo, nós os recebemos como membros desta igreja, com os privilégios e deveres próprios de nossa família espiri¬tual.”
O ministro dará as boas-vindas a cada um dos novos membros, apertando-lhes a mão direita, e concluirá com a seguinte bênção pastoral:
“Que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo os abençoe e os guarde agora e para sempre. Amém.”
“Ora, o Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, o grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que perante ele é agradável por meio de Jesus Cristo, ao qual seja a glória para todo o sempre. Amém.” (Hebreus 13:20-21).
A SANTA CEIA
O pastor deve anunciar com a devida antecedência o culto de Santa Ceia, exortar os crentes a atentarem para a preparação espiritual, e avisar aos não-convertidos acerca do perigo de tomá-la sem estarem devidamente preparados. É importante que os membros entendam que só deve ir à mesa do Senhor aquele que estiver com o coração limpo e sem pecado (1 Coríntios 11:27-32). Por isso todo o que desejar participar da Ceia do Senhor deve preparar o coração. O que tiver caído em pecado deve arrepender-se e procurar o perdão. Em caso de haver rancores e desgostos entre alguns dos membros, estes devem reconciliar-se antes de aproximarem-se da mesa do Senhor.
O pastor também deve anunciar que tanto ele como os demais obreiros estão dispostos a ajudar espiritualmente a quem lhes pedir. Depois da exortação, convém que todos se entreguem à oração e à meditação diante de Deus.
Geralmente a Santa Ceia é celebrada no término do culto do dia do Senhor, no primeiro domingo do mês, pela manhã ou à noite.
Não se deve apressar esta cerimônia. Ela é um ato solene e deve-se esperar que os participantes recebam ricas bênçãos da parte do Espírito Santo ao permanecerem em sua presença durante a cerimônia.
Devido ao fato de esta cerimônia ser estritamente de caráter espiritual e exclusivamente para os crentes, deve ser celebrada de preferência em um culto quando todos os irmãos estiverem reunidos, e não em um encontro comum de evangelização. Deste modo haverá maior liberdade para se entrar em íntima comunhão com o Senhor.
O pastor deve explicar antecipadamente a ordem do culto àqueles que o tiverem ajudando a repartir o pão e o vinho.
O convite para participar da Ceia deve ser extensivo a todos os presentes que forem membros em plena comunhão de alguma igreja evangélica.
CERIMÔNIA 1
Para dar início à celebração da Santa Ceia, o ministro se aproximará da mesa preparada antecipadamente, pedirá aos diáconos ou às pessoas designadas para esta solenidade, que venham juntar-se a ele diante da mesa.
Depois que o ministro tiver se aproximado da mesa e os seus auxiliares estiverem ao seu lado, ele fará a Deus uma oração, pedindo a sua bênção sobre o pão e o vinho. Em seguida, os irmãos que ali estão designados para reparti-los distribuirão o pão, e em seguida o vinho, entre as demais pessoas que ali estão reunidas, participando desta santa solenidade.
Antes de comer o pão, o ministro lera:
“Pois eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim.” (1 Coríntios 11:23-24).
E dirá:
“Comamos todos o pão.”
Da mesma maneira lera:
“Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizen¬do: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (1 Coríntios 11:25-26).
E dirá:
“Bebamos todos o vinho.”
Após ter bebido o vinho e ter tido um momento de meditação e adoração ao Senhor, o ministro lera:
“Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (1 Coríntios 11:26).
“A Palavra de Deus diz que depois que Cristo e os seus discípulos comeram do pão e beberam do vinho, celebraram assim a primeira Ceia do Senhor, e cantaram um hino antes de retirar-se do aposento alto.” (Mateus 26:30; Marcos 14:26).
Para finalizar, será cantado um hino ou um corinho.
Nota: Algumas igrejas costumam recolher uma oferta para as pessoas pobres no final da Ceia.
CERIMÔNIA 2
Antes dos participantes se aproximarem do altar, o ministro lera uma das seguintes passagens, dando preferência à primeira delas: 1 Coríntios 11:23-26; Mateus 26:17-20,26-29; Marcos 14:12-17,22-25; Lucas 22:7-20.
O ministro e os diáconos ou pessoas designadas se posicionarão diante da mesa, sobre a qual colocaram o pão e o vinho. Depois de orar, o ministro lera outra vez os versículos que dizem respeito ao pão, o partirá e o entregará aos seus ajudantes, que o distribuirão entre os participantes. Um hino poderá ser cantado ou alguns corinhos durante a distribuição.
Quando todos já tiverem sido servidos, o pastor servirá aos auxiliares, e finalmente um dos auxiliares o servirá.
Todos unidos comerão em silêncio.
Da mesma maneira, o vinho será servido, e no final será cantado um hino ou corinho de louvor a Jesus Cristo.
Nota: O pastor tem plena liberdade de pedir que cantem alguns hinos ou corinhos, ou pode convocar a igreja para um momento de oração durante o culto, conforme o Espírito Santo o guiar.
DEDICAÇÃO DE CRIANÇAS
Nas Sagradas Escrituras não há nenhum ensinamento 0u exemplos que autorizem o batismo de crianças. Conforme ensinamento do Novo Testamento, o candidato ao batismo deve ter se arrependido de seus pecados (Atos 2:38), e ter crido em Jesus Cristo (Atos 8:37). Aqueles que ainda não podem fazer o uso completo da razão, não estão em condições de cumprir esses dois requisitos. As crianças estão nesta condição.
Por outro lado, as Escrituras ensinam acerca da apresentação pública das crianças a Deus, durante a qual pedimos ao Senhor que abençoe as crianças e a vida que elas terão pela frente.
Quando assim procedemos, estamos seguindo a prática admitida pela Igreja de todos os tempos. Não é o batismo em água, e sim uma apresentação de crianças a Deus, uma ação de graças e de fé, uma súplica pela bênção divina.
CERIMÔNIA 1
Hino ou corinho
Os pais trarão a criança à frente enquanto se canta um hino ou um corinho apropriado.
Leitura bíblica
O ministro fará a leitura das seguintes passagens:
“Traziam-lhe crianças para que as tocasse, mas os discí¬pulos os repreendiam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir a mim as criancinhas, e não as impeçais, pois das tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo que quem não receber o reino de Deus como criança, de maneira nenhuma entrará nele. E tornando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoou.” (Marcos 10:13-16).
“Trouxeram-lhe então algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos, e orasse. Mas os discípulos os repreendi¬am. Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, e não os impeçais de vir a mim, pois dos tais é o reino dos céus. E, tendo-lhes imposto as mãos, partiu dali.” (Mateus 19:13-15).
“Ouve, ó Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força. Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te. Também as atarás na tua mão por sinal, e te serão por faixa entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais da casa, e nas portas.” (Deuteronômio 6:4-9).
“Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus que um destes pequeninos se perca.” (Mateus 18:14).
Exortação à igreja:
Dirigindo-se à igreja, o ministro dirá:
“Meus amados irmãos e amigos, Deus ordenou a família como uma instituição divina desde o começo da humanida¬de. Os filhos são herança que o Senhor tem confiado ao cuidado de seus pais. Portanto, os pais têm perante Deus e a sociedade a responsabilidade de velar pelos seus filhos. Damos testemunho de que Cristo é Rei e Senhor sobre nos¬sa vida e a vida de nossos filhos.
“Nós nos comprometemos, enquanto nos for possível, a instruir este menino (ou esta menina, ou estas crianças), em sua lei e em sua santa vontade. A Bíblia nos oferece muitos exemplos disto.
“Joquebede instruiu ao seu filho Moisés depois de tê-lo entregue ao Senhor. Ana reconheceu que seu filho Samuel pertenceria a Jeová. Maria levou seu filho ao templo para dedicá-lo a Deus.
“Os pais deste menino (ou desta menina) reconhecem sua responsabilidade de educar, ensinar e exortar a esta criatura no temor e obediência da Palavra de Deus desde seus primei¬ros anos de vida.
“Trazemos à presença de Deus as crianças que ele nos tem confiado, as dedicamos a ele e suplicamos que ele as abençoe.”
Pacto
O ministro pedirá aos pais que assumam um compromisso com relação à criança, fazendo-lhes as seguintes perguntas:
Ministro: “Diante de Deus e destas testemunhas, vocês pro¬metem criar esta criança no temor do Senhor?”
Os pais responderão: “Sim, prometemos.”
Ministro: Vocês prometem, além disto, guiá-la diariamente no pleno conhecimento do caminho do Senhor?”
Os pais: “Sim, prometemos.”
Ministro: “Vocês prometem instruí-la para que conheça a Cristo como seu Salvador pessoal?”
Os pais: “Sim, prometemos.”
Ministro: “Prometem, enquanto estiver sob o controle de vocês, dar a esta criatura um exemplo sólido e piedoso da vida cristã?”
Os pais: “Sim, prometemos.”
Ministro: “Vocês apresentam este menino (ou esta menina) em solene e sincera dedicação a Deus?”
Os pais: “Sim, apresentamos.”
Ministro: “Vocês prometem dedicar-se a criar este menino (ou esta menina) na doutrina e nos ensinamentos da santa Palavra de Deus?”
Os pais: “Sim, prometemos.”
Ministro: “Prometem criar este menino (ou esta menina) na prática diária da oração, e ajudar-lhe a formar o caráter cristão, e a fazer tudo que estiver ao alcance de vocês para criá-lo em seu lar, em um ambiente de devoção a Deus?”
Os pais: “Sim, prometemos.”
Ministro: “Baseando-me no fato de vocês terem prometido diante de Deus e desta congregação dedicar esta criança a Deus, e o terem afirmado com suas próprias palavras, eu os exorto a se dedicarem a esta sagrada obrigação com sabedoria, perseverança e esforço.”
Dedicação
Tomando a criança nos braços (se não houver inconveniente) e colocando as mãos sobre ela, o ministro dirá:
“____________________(nome da criança), nós dedicamos você ao Deus Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Que o Senhor lhe fortaleça todos os dias de sua vida.”
Oração dedicatória
“Agora, Pai, Criador do céu e da terra, nós te rogamos pelo bem-estar desta criança. Livra-a das cadeias do pecado e das enfermidades do corpo. Que à medida que ela for crescendo em idade e estatura, cresça também na graça e no co¬nhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Dá aos seus pais sabedoria para que a criem em seus caminhos. Nós a dedicamos a tua honra e ao teu serviço, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
Hino ou corinho final
Uma vez que o ministro tenha orado, um hino ou um corinho será cantado. Enquanto a igreja canta, os pais volta¬rão aos seus assentos e o ministro voltará ao púlpito para se despedir da congregação.
CERIMÔNIA 2
Hino ou corinho
Enquanto os pais caminham até a frente com o menino (ou a menina), um hino ou corinho apropriado será cantado.
Leitura bíblica
O ministro descerá do púlpito para encontrar-se com os pais da criança, e fará a seguinte leitura bíblica:
“Passado algum tempo, Ana concebeu e deu à luz um fi¬lho. Chamou-o Samuel, dizendo: Tenho-o pedido ao Senhor… Havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com um novilho, de três anos, um efa de farinha e um odre de vinho, e o levou à casa do Senhor, em Silo. Era o menino ainda muito crian¬ça… Pelo que também agora eu o entrego ao Senhor. Por to-dos os dias que viver pertencerá ao Senhor. E adoraram ali ao Senhor… Crescia Samuel, e o Senhor era com ele, e nenhuma de todas as suas palavras deixou cair em terra.” (1 Samuel 1:20,24-28:3:19).
Em seguida comentará:
“No Novo Testamento lemos a respeito de Cristo, que, ao completar oito dias de nascido, ‘segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentar ao Senhor… Ha¬via em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava sobre ele… ele então o to¬mou nos braços, e louvou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra, pois os meus olhos já viram a tua salvação… O pai e a mãe do me¬nino admiraram-se das coisas que dele se diziam… E o me¬nino crescia, e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.'” (Lucas 2:22,25,28-30,33,40).
“O Antigo Testamento também nos dá sábios conselhos a respeito da educação de crianças:
‘Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.’ (Provérbios 22:6).
‘Disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço…? Pois eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para que prati¬quem a justiça e o juízo, a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado.’ (Gênesis 18:17,19).
‘Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te.’ (Deuteronômio 6:6-7).”
Pacto
Dirigindo-se aos pais, o ministro dirá:
“Irmãos, estamos aqui reunidos neste momento solene e de muita felicidade. Da mesma forma como Maria e Ana nos tempos bíblicos, vocês trouxeram esta criança ao templo para apresentá-la a Deus. Vocês já conhecem as palavras do Mes¬tre: Deixai os pequeninos, e não os impeçais de vir a mim, pois dos tais é o reino dos céus.’
“É correto que vocês tragam esta criança com poucos dias de nascida. O mistério e a maravilha desta nova vida os faz vir com temor reverente perante o Pai de toda a vida, para que ele lhes dê uma nova mensagem referente à dignidade da vida e a responsabilidade da paternidade.
“O propósito deste ato é ajudá-los, como pais, a apreciar a responsabilidade de instruir a este menino (ou a esta meni¬na) nos caminhos do Senhor, para que quando estiver fazen¬do uso da razão, escolha o bem sobre o mal e aceite a Jesus Cristo como seu Salvador e Mestre. Deus tem um propósito para a vida desta criança. Encontrar este propósito e executa-Io significará o êxito; rejeitá-lo ou ignorá-lo significará fra¬casso, não importa quanto nos considere e aplauda o mundo. E seu privilégio e dever guiar o seu filho (ou sua filha) dentro da vontade perfeita de Deus para sua vida.
“Neste empenho, vocês devem consagrar-se hoje mesmo; para isto vocês hoje estão dedicando seu filho (ou sua filha) a Deus.”
“De acordo com o propósito para o qual vocês vieram aqui, devem responder as seguintes perguntas.”
Ministro: “Vocês estão apresentando esta criança perante Deus para dedicá-la solenemente ao serviço do Senhor?”
Os pais: “Sim.”
Ministro: “Vocês se dedicarão, como pais desta criança, a ins¬truí-la nos caminhos do Senhor?”
Os pais: “Sim.”
Ministro: “Prometem instruí-la nos ensinamentos de Jesus Cristo, e guiá-la no desenvolvimento de um caráter cris¬tão?”
Os pais: “Sim.”
Ministro: “Prometem modelar até onde for possível a vida desta criança, mediante uma exemplar conduta domésti¬ca, tanto pela palavra como pelo exemplo, para que na idade apropriada ela aceite a Jesus Cristo, participe da comunhão dos crentes e realize serviços para a Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo?”
Os pais: “Sim.”
Ministro: “Visto que vocês prometeram diante de Deus e desta congregação dedicar esta criança a Deus, e o têm afirmado com suas próprias palavras, eu os exorto a se dedica¬rem a esta sagrada responsabilidade com sabedoria, per¬severança e santa devoção.”
Oração dedicatória
“Agora, ó Pai, Criador dos céus e da terra, eu rogo-te pelo bem-estar deste menino (ou desta menina). Livra-o (a) das ciladas do pecado e das enfermidades do corpo. Que à medi¬da que ele (a) for crescendo em idade e em estatura, cresça também na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Sal¬vador Jesus Cristo. Conceda sabedoria a seus pais para que a criem em seus caminhos, dedicando esta criança a tua honra e ao teu serviço, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
Bênção pastoral
“O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o seu rosto, e te dê a paz.”
Hino ou corinho final
Uma vez que o ministro tenha terminado de pronunciar estas palavras, a igreja cantará um hino ou um corinho apropriado.

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