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Discipulado Cristão

A grande MISSÃO que Jesus nos deixou, foi através da grande comissão a qual possui duas facetas – pregar e ensinar. Mt 28.Missão Segundo a definição de John Stott – É a atividade divina que emerge da própria natureza de Deus – Etimologicamente o termo é “Mission Dei” (Latim) nasce na estrutura da Trindade, o Pai envia o Filho, o que vai através do poder do Espírito Santo, este procede do Pai e do Filho e aplica a Salvação a vida dos que vão sendo salvos.
A base da missão da Igreja orienta-se na do próprio Deus por extensão , encontramos isso na missão de Jesus, esta missão se confunde com a da Igreja e vira uma só missão, pois Jesus já havia planejado tudo, ele veio servir e morrer na cruz; Missão esta que nos foi comunicada à Igreja através da própria vida de Jesus expressando seu amor em forma de serviço, deixando o modelo para a Igreja serva, a missão faz a comunicação da mensagem de Deus, e quando o homem ouve, fica responsável, não sendo mais ignorante, sendo julgado não pela revelação natural mas Especial de Deus. Portanto somos chamados para: 1º) Servir à Deus e 2º) Servir ao próximo. Quando a Igreja DISCÍPULA ela está cumprindo a sua missão! (Ensinar)
Está reservada à igreja uma tarefa de suma importância. O crescimento proporcionado por Deus deve ser entendido como graça concedida para que nossas ações sejam levadas a bom termo. É bíblico o pensamento que “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl.127:1). Nesta porção visualizamos o perfeito ajuste entre a ação humana e a divina. Quando observamos a atitude de Neemias frente aos seus opositores mais uma vez observamos este ajuste: “Então lhes respondi: O Deus do céu é que nos fará prosperar; e nós, seus servos, nos levantaremos e edificaremos: mas vós não tendes parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém” (Nee.2:20).
O que a igreja precisa então para resgatar o caráter missionário em sua prática?
1º) Um plano sistemático de oração – a igreja precisa aprender a orar. Uma igreja que não coloca suas questões sistematicamente na presença do Senhor, jamais poderá ver suas atividades culminando no pleno crescimento. É preciso que a igreja abandone sua postura de orar apenas pelas necessidades físicas das pessoas e faça uma opção consciente pelo modelo de Jesus. Na oração ensinada pelo Senhor aparecem sete petições que se dividem em duas perspectivas: as necessidades do reino de Deus e as necessidades da igreja. Três petições apontam para a responsabilidade da igreja em rogar a Deus que faça o seu reino uma realidade entre nós, trazendo sua glória e vontade para bem perto de sua realidade. As outras petições apontam para as necessidades da igreja que não são limitadas apenas às suas necessidades físicas, mas dá um destaque multiforme que aponta para todas as direções dos relacionamentos humanos. Quando a igreja entende esta oração, aprende a sistematizar sua ação intercessória compreendendo que a transformação do mundo é uma responsabilidade atribuída à igreja.
2º) Entender que a expansão e a edificação da igreja são tarefas que devem andar juntas, como facetas da mesma ação missionária – Aqui também temos uma importante ação. Não podemos investir em crescimento se não gastamos tempo e disposição para edificar as vidas daqueles que estão se aproximando da igreja. Fazer a igreja crescer significa que temos compreendido que em seguida será necessária uma ação edificadora. Este era o pensamento Paulino: “segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele” (I Co.3:10). Nesta perspectiva, a igreja precisa seguir rumos nos quais se possa observar pelo menos a maioria dos 10 itens abaixo:
a) Um bom programa de discipulado.
b) O exercício dos ministérios na orientação leiga.
c) Investimento na educação cristã, com programas curriculares voltados para as áreas de concentração que formam a “TRÍPLICE ALIANÇA DA EDIFICAÇÃO”: bíblica, teológica e ministerial.
d) Programa de implantação de novas igrejas.
e) Programa de evangelização com distribuição de bíblia e literatura.
f) Ação missionária transcultural visando alcance aos povos.
g) Treinamento de liderança e investimento em treinamento de vocacionados.
h) Programas sociais de investimento na vida.
i) Programas educacionais de investimento na individualidade para o coletivo.
Programas de comunhão e edificação mútua da igreja
Introdução ao Discipulado.
a) O que é um Discípulo?
A palavra discípulo, gr. Mathetés, aparece 269 vezes nos Evangelhos e em Atos. Significa pessoa ensinada, treinada, aluno, aprendiz.
Não basta ser aluno, é preciso ser discípulo. Não basta ser professor, é preciso ser mestre (Efésios 4.11). Quando a Igreja exala discípulos, incha novos alunos.
b) O que Jesus define como discípulo?
1) João 8.31: é um crente que está continuamente envolvido com a Palavra de Deus.
2) João 13.35: é aquele que ama sacrificialmente, sem medir esforços.
3) João 15.8: Discípulo é aquele que permanece em união frutífera com Cristo diariamente.
4) Lucas 14.27: é aquele que assume a sua cruz e segue a Cristo.
5) Lucas 14.33: Discípulo é aquele que renuncia a tudo quando tem.
O Discipulado é Bíblico ?
Jesus investiu seu precioso tempo em alguns discípulos. Jesus não trocou de discípulos, mas continuou investindo nestes homens até o momento em que Ele foi assunto aos céus. Eles eram discípulos vitalícios. Mesmo que alguns deles fossem semi-analfabetos, eles se tornaram poderosos e eloqüentes pregadores e líderes; e embora que alguns deles tivessem falhas sérias de caráter, eles se tornaram homens santos, refletindo integridade e consagração.
Qual foi o segredo da transformação tão poderosa destes homens?
O discipulado.
Que tipo de discipulado?
Com certeza, não foi um discipulado superficial. Jesus havia se reproduzido na vida destes homens. Jesus fez isto através do investir de horas, dias, meses e anos na vida destes. Sem dúvida, foi no discipulado profundo e permanente; sem dúvida, foi um discipulado vitalício. Este tipo de discipulado faz com que haja continuidade de unção, visão, e frutificação mesmo depois da morte do discipulador. Jesus já havia subido para o céu, mas os seus discípulos causaram um impacto na sua geração: Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus (Atos 4:13). Sucesso só é sucesso se tiver um sucessor bem sucedido.
O QUE É DISCIPULADO?
Definição:
“Uma relação comprometida e pessoal onde um discípulo mais maduro ajuda a outros discípulos de Jesus Cristo a aproximaram-se mais d’Ele e assim reproduzirem” (Crescendo na Oração, Série: Grupos de discipulado e Crescendo na Vida Simples – David E. Kornfield – Editora Sepal).
Relacionamentos sólidos e duradouros são cultivados, e vidas realmente são transformadas. O discipulado funciona para lapidar a personalidade, mudar o caráter e trazer restauração permanente para o discípulo.
“É importante lembrar que Jesus chamou pessoas da multidão, para entrarem em um relacionamento de discipulado com ele. O objetivo do ministério de Jesus em meio à multidão era converter o povo em discípulos”. (Multiplicando a Liderança – Joel Cominskey).
“O discipulado cristão é um relacionamento de mestre e aluno, baseado no modelo de Cristo e seus discípulos, no qual o mestre reproduz tão bem a amplitude que tem em Cristo, que o aluno é capaz de treinar outros para ensinarem a outros” (PHILLIPS, Keith. A formação de um discípulo, São Paulo, Editora Vida, 1994, p. 16.).
Vemos isso claramente em 2 Timóteo 2.1-2: Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus; e o que de mim ouviste de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
O coração do discipulado não é um programa, nem um currículo, nem um livro e, sim, uma relação.
1. ELEMENTOS ESSENCIAIS DO DISCIPULADO
O discipulado possui dois componentes essenciais: Negação de si próprio e Dar frutos.
1) Negação de si próprio
Também podemos chamar de “morte do eu”. O chamado de Cristo para o discipulado é um chamado para a morte do eu; é uma total entrega a Deus.
Vemos isso quando lemos Mateus 16:24 (Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me); e
Lucas 9.23-24 (Em seguida, dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará).
A obediência à ordem de Cristo “segue-me” resulta na morte de si mesmo. Não é possível tornar-se discípulo sem morrer para si mesmo e sem identificar-se com Cristo que morreu para nos limpar de nossos pecados (Marcos 8.34).
Mas quais seriam as implicações práticas de “morrer para si mesmo”? Como essa auto-renúncia se manifesta em nossas vidas? Para compreendermos isso, devemos meditar em Gálatas 2.19-20:
Pois eu pela lei morri para a lei, a fim de viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.
Isso é a aceitação do (ou submissão ao) senhorio de Cristo em sua vida, que capacita cada um/a a agradar a Deus em cada decisão que toma, em cada palavra que diz e em cada pensamento que pensa. O discípulo vê toda a sua vida em adoração (1 Coríntios 10.31). Morrer para si mesmo liberta-o para ter prazer em seu amor a Deus. A morte do seu eu é o ponto de partida do tornar-se discípulo.
Jesus nunca implorou para ninguém que O seguisse. Mas para segui-lo, Ele ordenou que cada pessoa renunciasse seus próprios interesses, abandonasse seus pecados e obedecesse completamente a vontade do Pai.
Sendo assim, cabe-nos um questionamento: quando é que você se torna um cristão, um discípulo de Cristo? Quando levanta as suas mãos atendendo um apelo numa pregação evangelística? Quando se ajoelha diante do altar entregando sua vida? Quando chora sinceramente após a ministração do Evangelho? Não!!! Esses são os “primeiros passos” rumo a essa realidade de ser discípulo, ser cristão!!!
Devemos nos lembrar que os seguidores originais de Cristo tornaram-se discípulos quando lhe obedeceram (Mateus 4.22).
2) Dar frutos
Dar frutos é uma ordenança de Cristo aos seus discípulos. Eles deveriam reproduzir em outros a plenitude de vida que encontraram Nele (João 15).
O discipulado possibilita que cada cristão/discípulo faça parte de um processo, parte do método escolhido por Deus para expandir o seu Reino, através da reprodução. Sabemos disso porque Cristo fez discípulos e ordenou-lhes que fizessem discípulos (Mateus 28.19).
Em meio a “n” possibilidades, Jesus optou pelo discipulado. Ele treinou pessoalmente um pequeno grupo e os equipou para que treinassem outros, para que esses outros pudessem ensinar a outros e assim por diante. Ele ordenou que fizessem discípulos.
Jesus escolheu um método sólido e eficaz de edificar o seu Reino. Ele iniciaria pequeno, cresceria rapidamente, à medida que espalhasse de uma pessoa para outra, por todo o mundo. Sua igreja seria um movimento dinâmico, em vez de uma estrutura estática. O discipulado é o único meio de produzir tanto a quantidade como a qualidade de crentes que Deus deseja.
TRÊS DOMÍNIOS (ÁREAS) DE APRENDIZAGEM
COGNITIVO AFETIVO PSICOMOTOR
Lida com conhecimento Forma valores Desenvolve habilidades
Requer um professor Necessita de um facilitador Requer um treinador
Usa a lógica Sem lógica Prática por repetição
Proporciona experiências
Um princípio aprendido tem de ser transformado em experiência. Essa experiência tem de ser testada, contrastada com o princípio, antes de ser assimilada como um novo valor.
Por exemplo: Deus promete responder as orações. Como novo cristão é difícil crer nesse princípio. Por isso, tem de ser testado.
O novo cristão faz um pedido de oração simples. Depois, ele experimenta a resposta. Ele lembra o que a Bíblia diz a respeito de Deus responder orações. Disso ele conclui que Deus realmente responde as orações. Isso dá a ele confiança para orar mais. Enquanto os anos vão passando, esse princípio será assimilado como um valor para a sua vida.
Como discipulador, mudar “VALORES” deveria ser um dos seus maiores desafios!
Há múltiplas formas de aprendizado:
 Estudo pessoal.
 Compartilhando dois a dois (discipulador/discípulo).
 Experiências do grupo.
 Treinamento concentrado na classe.
Temos gastado todo nosso treinamento para o ministério no domínio cognitivo. Erroneamente achamos que o ensino e a pregação vão mudar os valores dos cristãos.
Leva uma hora para você ler em voz alta, todas as palavras que Jesus disse nas Escrituras. A maior parte dos evangelhos relata o que ele fez com os discípulos (as experiências que proporcionou) antes que os enviasse a fazer alguma coisa.
Um princípio aprendido tem de ser transformado em experiência. Essa experiência tem de ser testada, contrastada com o princípio, antes de ser assimilada como um novo valor.
Por exemplo: Deus promete responder as orações. Como novo cristão é difícil crer nesse princípio. Por isso, tem de ser testado.
O novo cristão faz um pedido de oração simples. Depois, ele experimenta a resposta. Ele lembra o que a Bíblia diz a respeito de Deus responder orações. Disso ele conclui que Deus realmente responde as orações. Isso dá a ele confiança para orar mais. Enquanto os anos vão passando, esse princípio será assimilado como um valor para a sua vida.
Como discipulador, mudar “VALORES” deveria ser um dos seus maiores desafios!
Há múltiplas formas de aprendizado:
 Estudo pessoal.
 Compartilhando dois a dois (discipulador/discípulo).
 Experiências da célula.
 Treinamento concentrado no grupo grande.
Temos gastado todo nosso treinamento para o ministério no domínio cognitivo. Erroneamente achamos que o ensino e a pregação vão mudar os valores dos cristãos.
Leva uma hora para você ler em voz alta, todas as palavras que Jesus disse nas Escrituras. A maior parte dos evangelhos relata o que ele fez com os discípulos (as experiências que proporcionou) antes que os enviasse a fazer alguma coisa.
Traduzindo: 85% das crianças entre 4 a 14 anos de idade que se convertem permanecem na fé;
10% dos que possuem de 15 a 30 anos permanecem e apenas 5% dos que tem acima de 30 anos.
Segundo Dr.Shedd: Discípulo é aquele que deixa outras idéias, para aprender a nova fé.
ETAPAS REQUERIDAS PARA MUDANÇA DE VALORES PARA TODAS AS ÁREAS DA VIDA
As etapas mencionadas abaixo são aplicáveis em qualquer esfera da vida, tanto secular quanto espiritual. Para nós cristãos, isto pode ser aplicado aos que estão passando necessidades, procurando a salvação ou desejando crescer nas coisas de Deus.
Romanos 12.2 diz: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Quando podemos entender onde as pessoas estão, nas etapas “um a cinco”, podemos então dar e aplicar a experiência, a informação ou a ministração necessária.
A revelação é “trabalho e ministério” do “Espírito Santo”, não nosso. É a revelação por meio da experiência que transforma pessoas, não a nossa insistência. Lembre-se, porém, que é nossa responsabilidade compartilhar a verdade e isso deve ser feito em amor para o bem da pessoa envolvida.
AS CINCO ETAPAS
 INCONSCIENTE / NÃO COMPROMETIDO
 CONSCIENTE / NÃO COMPROMETIDO
 PRONTO PARA RECEBER, ATENÇÃO CONTROLADA
 COMPROMETIDO, O CONCEITO ESTÁ ENTENDIDO
 COMPLETAMENTE COMPROMETIDO, NOVOS VALORES FIRMADOS, ESTILO DE VIDA INTEGRADO
Ao observar pessoas passando por essas várias etapas, pergunte-se: “O que posso fazer em seguida para facilitar ao meu discípulo o seu avanço para o próximo estágio.”
O discípulo deve compreender a plenitude daquilo que Deus tem para ele por meio do Senhor Jesus.
Deus deseja o nosso crescimento até chegar à plenitude, que é Jesus Cristo. Ele diz em sua Palavra que ele tem um compromisso conosco até o final.
Filipenses 2.13 diz: “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.”
II Coríntios 3.18 diz: “E todos nós com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.”
Vale a pena considerar o livro: O Segredo da Vinha (Bruce Wilkinson)
Características perceptíveis do verdadeiro Discípulo:
Veste a camisa que o mestre veste;
Caminha os mesmos passos, na mesma direção;
Acredita na pregação do seu mestre, e se for preciso morre pelas mesmas causas;
Concorda com o mestre nos seus conceitos;
Absorve detalhes da personalidade do mestre, e quanto mais o tempo passa vai ficando cada vez mais parecido com o mestre;
Renuncia o que é preciso a fim de seguir ao seu mestre;
Muitas vezes é: Traído, humilhado, distanciado, excluído porque carrega a cruz da renúncia.
É PRECISO SER DISCÍPULO (JOÃO 8.31)
O Senhor Jesus ordenou: “Ide Ensinar depois batizar, pois o batismo representa a morte do eu, mostrando nossa inteira disposição para nos submeter a vontade de Cristo.
Jesus nunca implorou para que alguém o seguisse, cada pessoa teria que renunciar seus próprios interesses, Jesus esperava obediência imediata “Eles deixando imediatamente o barco do seu pai, seguiram-no” (Mt 4.22).
A pessoa que segue Jesus aceita seu Senhorio, Cristo não pode ser Senhor da minha vida, se eu for senhor dela. Para que Cristo esteja no controle o “eu” precisa morrer. Não posso ser discípulo verdadeiro, sem morrer para mim mesmo, sem me identificar com Cristo que morreu na cruz pelos meus pecados.
“Já estou crucificado com Cristo, e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20).
QUAL É A MINHA MISSÃO (At 26.18)
“Somos pregadores do Evangelho. Grande é o nosso privilégio, e preciosa é a nossa oportunidade de cooperar com o Salvador, na Obra Bendita de aumentar e estabelecer o seu reino”. Cristo ordenou que seus discípulos reproduzissem, em outras a plenitude de vida que encontramos Nele. Jesus avisa: “Toda vara que não der fruto, a tira, e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto” (Jo 15.2). Um discípulo maduro tem que ensinar a outros crentes, como viver uma vida que agrade a Deus.
A MISSÃO DO DISCIPULADOR
“As pessoas mudam muito mais quando elas têm um modelo para imitar. Você será o modelo ao servir como discipulador.” (Bem vindo à Família – um guia para sua jornada no reino, Ralph W Neighbour, Jr).
1 Coríntios 4:16 – Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.
1 Coríntios 11:1 – Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo.
1. Sua missão: edificar
a. Leia Romanos 14:19
b. Leia 1 Coríntios 14:12
2. Os dois ingredientes necessários para a edificação
a. Uma situação de vida onde a edificação é requerida.
b. A presença do Espírito Santo para prover o ministério a ser desempenhado.
3. Sete passos na edificação
a. Identificar sentimentos.
• O tempo que você gasta com seu discípulo pode ser a primeira oportunidade que ele tem em trabalhar com seus sentimentos. Ajude-o a expressar como ele está se sentindo.
b. Discernir problemas.
• Você pode saber que há problemas, mas você não é capaz de apontar com precisão quais são esses problemas. O que você deveria fazer?
• Ouça a voz do Senhor.
• Seja paciente enquanto espera a revelação do Senhor.
c. Confrontar o comportamento negativo (Rm 15.13).
• Ajude o seu discípulo a quebrar os padrões negativos de comportamento que ocorrem repetidas vezes.
d. Explorar as opções.
• Freqüentemente as pessoas estão fechadas dentro dos seus problemas, incapazes de ver uma solução.
• Na medida em que você leva essas situações para o Senhor, em oração, outras opções podem ser reveladas para você. Focalize cada opção a respeito da seguinte pergunta: “De todas as opções a respeito dessa situação, qual delas vai glorificar mais a Deus?”
• A edificação do seu discípulo deveria sempre iniciar com essa questão.
e. Providenciar informação.
• Seu discípulo pode ter muitas perguntas que deverão ser respondidas.
• Quando você não pode prover a informação, seja um canal para a fonte dessa informação.
f. Ajudar o discípulo a mudar paradigmas.
• O propósito da jornada que o seu discípulo está trilhando é abrir um buraco no velho estilo de vida e entrar para a nova vida no reino de Deus.
g. Demonstrar o ministério de maneira prática.
• Desde o primeiro encontro com o seu discípulo, procure envolvê-lo na ministração a outras pessoas, tanto na célula quando você ora por um membro, como na visita a incrédulos, compartilhando seu testemunho.
Não podemos fazer bons discípulos, se nós mesmos ainda não fomos bem discipulados, é necessário aprender primeiro e corretamente, a fim de não mistificar a mensagem do Evangelho. O Evangelho não pode ser responsabilizado pelas imprudências humanas. (1Tm 3.6; Rm 12.7; 1Tm 5.17 e At 13.1).
Vamos examinar o convite do mestre da Galiléia em Mt 16.24
Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.
Ele não está interessado em pessoas que emprestem algumas noites por semana, mas alguém que esteja disposto a:
-Se identificar com Ele em tudo; – Dar continuidades ao trabalho que ele começou e –Fazer o mesmo processo que Ele fez com os doze discípulos.
Quem pode ser discípulo: Existem pelo menos quatro requisitos essenciais aos interessados em ingressar na escola do discipulado de Jesus.
a) Decisão Voluntária: “Se alguém quiser vir após mim” Não é obrigação, é necessário querer de coração. Duas pessoas só andam juntas em comum acordo. Amós 3:3.
Estar em completa comunhão com Ele. As palavras se e querer deixam a pessoa à vontade para decidir.
b) Determinação: “renuncie-se a si mesmo…” Uma pessoa determinada é alguém que sabe onde quer chegar, independente do que terá que enfrentar no caminho. Para ser um vencedor, o esportista ultrapassa todos os obstáculos. Treinamento para superar as dificuldades e até renuncia algumas coisas na sua vida. Tudo isso para conseguir o seu desejo final, que é chegar ao pódio e a medalha de ouro. E o discípulo determinado mantém sua mente voltada para Jesus, no prêmio que Ele tem reservado para aqueles que conseguirem chegar até o final. (Fil. 3:13,14).
c) Consciência: “…tome sobre si a sua cruz…” Ao falar sobre a cruz os discípulos de Jesus sabiam muito bem o que isto significava. Todos sabiam que a cruz era para haver uma compensação da justiça, significava vergonha, desprezo público sendo a forma mais humilhante de morte. O condenado deveria carregar a sua cruz até o local de sua crucificação sendo que o mesmo jamais poderia desmontar ou cortar um pedaço de sua cruz, assim o crente genuíno não deve ocultar a sua identidade cristã, será que todos nós carregamos os sinais da cruz em nossa vida? Tomar a cruz significa dedicação total, consagração em profundidade, viver para Deus.
d) Dedicação para o trabalho: “… Siga-me”. Deixar tudo por amor. Aqueles que deixam tudo por amor ao Senhor e por causa do Evangelho, para seguir a Cristo, podem esperar a recompensa, que vem por causa do amor de Deus.
Quem segue a Cristo recebe benção preciosas:
-Anda na Luz – Jo 8.12
-Ficará ao seu lado e será honrado pelo Pai – Jo 12.26
-É orientado pela voz do Supremo Pastor – Jo 10.4
-É conhecido por Ele – Jo 10.27
-Será amado de Deus – Jo 14.21
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO – MODELO BÍBLICO
Efésios 4.13
a) A Unidade da Fé: É o processo de conversão centrado em Cristo, levando o crente a ter um relacionamento profundo com Deus.
b) O Pleno Conhecimento do Filho de Deus: É a informação doutrinária que faz o cristão mergulhar na Palavra de Deus p/ conhecer e pô-la em prática (Conhecimento intelectual e experimental)
c) A perfeita Varonilidade ou Varão Perfeito: É a formação completa do caráter de Cristo, levando o cristão a maturidade e a convicção gerada pela Palavra de Deus que o desafia a ter um compromisso com Deus e sua obra.
d) A Medida da Estrutura da Plenitude de Cristo: É o grau máximo da aprovação e reitera o desafio da perfeição na Vida Cristã!

Podemos traçar um paralelo entre vida FÍSICA E ESPIRITUAL.
Nascimento: Gl 4:19
Recém Nascido – I Pedro 2:2
Criança – I Co 13:11,12 ; Comparar com I Cor 3:1,2 e Hb 5.12-14.
Adulto – Ef 4:13 (Maturidade) x I Co 14:20
A maturidade cristã não está ligada ao fato do tempo em que a pessoa faz parte da Igreja, ou o tempo em que foi batizada nas águas, mas está relacionada com o crer, o praticar e o ensinar a Palavra de Deus. Gl 4:1-3.
A maturidade cristã não está ligada ao fato do tempo em que a pessoa faz parte da Igreja, ou o tempo em que foi batizada nas águas, mas está relacionada com o crer, o praticar e o ensinar a Palavra de Deus.
O leite materno contém mais de 150 substancias diferentes que são verdadeiros nutrientes.
Só 10% das crianças são amamentadas corretamente até os 6 meses de vida, a média é 1 mês (23 dias),
A lei biológica diz que tudo que não é alimentado corretamente sofre conseqüências acarretando até a própria morte.
Principalmente no início de nossas vidas espirituais precisamos se alimentar corretamente, pois ali aprendemos regras que nos disciplinarão para o resto da vida.
E aí inicia um processo contínuo de desenvolvimento – no qual devemos buscar a “Semelhança de Cristo” Ef 4:13,14. Este processo é conforme II Pedro 3:18 – Na Graça e no conhecimento, e este deve ser trabalhado de forma que nossa fé possa ser expressada através da razão – Rm 12.
Em seu livro Best-Seller Max Lucado diz: Deus o ama do jeito que você é, mas não quer que você continue assim, Ele quer que você seja “Simplesmente como Jesus”.
O discípulo X seguidor.
O seguidor espera pães e peixe; o discípulo é um pescador.
O seguidor luta por crescer; o discípulo luta por reproduzir-se.
O seguidor se ganha; o discípulo se faz.
O seguidor gosta do afago; o discípulo gosta do serviço e do sacrifício.
O seguidor entrega parte dos seus desejos; o discípulo entrega sua vida.
O seguidor ouve a palavra e a guarda no coração, o discípulo leva esta palavra aos aflitos;
O seguidor espera que lhe apontem a tarefa; o discípulo é solicito em tomar a responsabilidade.
O seguidor quase sempre murmura e reclama; o discípulo obedece e nega a si mesmo.
O seguidor reclama que o visitem; o discípulo visita.
O seguidor conhece a Bíblia de capa a capa, o discípulo conhece e pratica o que sabe;
O seguidor pratica a caridade, o discípulo pratica o mais puro amor, o amor de Deus;
O seguidor sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer a igreja real.
O seguidor aponta o dedo e mostra as pessoas para Deus, o discípulo mostra Deus às pessoas;
O seguidor espera por um avivamento na igreja; o discípulo é parte do avivamento.
O seguidor é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercitar sua fé.
O seguidor vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
O seguidor é importante; o discípulo é indispensável.
O seguidor adora a Deus em cada culto; o discípulo adora a Deus em todo o tempo.
O seguidor pertence a uma instituição; o discípulo é membro do Corpo de Cristo.
O seguidor se sustenta para o resto de sua vida com o leite espiritual; o discípulo é desmamado para servir (I Sm 1:23,24).
O seguidor é transtornado pelo mundo; o discípulo transforma o mundo.
O seguidor só recebeu a salvação pela Cruz de Cristo; o discípulo também toma a sua cruz cada dia e segue a Cristo.
O seguidor espera que interpretem para ele as escrituras; o discípulo conhece o Senhor, tem revelação e discernimento.
E você, com quem se identifica? Você é seguidor ou é discípulo ?
A pergunta não é se nós dizemos coisas bonitas, mas se nós fazemos o que dizemos e se fazemos o que sabemos; “ Stott
O DISCIPULO NÃO NEGA O MESTRE POIS O NEGAR SERIA NEGAR SUA PRÓPRIA EXISTÊNCIA E SEU SENTIDO DE VIVER.
Como está a nossa geração ?
“E levantou-se uma geração que não conhecia o Senhor”. Juizes 2.10
Precisamos fazer três perguntas a nós mesmos:
1) Quem éramos ? 2) Quem somos ? 3) E quem seremos ?
O Mensageiro da Paz – março 2007 – Mostrou que temos 28 milhões
de Pentecostais no Brasil – sendo o total de evangélicos em mais de 50
Milhões – perfazendo 25% da nação.
No entanto continua aumentando a corrupção, o escândalo e a Imoralidade . Que qualidade de Discípulos estão sendo formados ?
Hoje 86% dos crentes vão uma vez apenas na semana á Igreja;
51% levam a Bíblia;
60% – Não são contra as separações,… Etc,….
Precisamos mais do que nunca fazer arder a chama do Pentecostalismo:
a) Buscando os dons espirituais; b) Ter intimidade com Jesus; c) Vidas transformadas;
d) Arrependimento; e) Batismo com o Espírito Santo e f) Salvação de almas.
Etapas do discipulado:
 1) Gravidez (evangelismo)
 2) Nascimento (conversão)
 3) Cuidados Especiais (pré-discipulado)
 4) Crescimento (Discipulado e edificação)
 5) Fase adulta (maturidade cristã)
 6) Reprodução (multiplicação de discípulos)
DEFININDO A INTEGRAÇÃO
Integração é tornar inteiro, completar, incorporar-se, discipular Mt 28; 19.20; At 20.20.
Uma igreja sem integração é como uma mãe que dá a luz e abandona seu filho, na calçada, lixeira … porta alheia. Uma igreja por menor que seja tem normalmente 144 cultos públicos por ano. Ganha no mínimo 192 almas por ano mas só batizamos de 10 a 15 das 192.
Que está havendo? Por um saldo tão negativo? Falta de integração.
QUE É INTEGRAÇÃO?
É tudo que se faz para ajudar o Neófito (Novo convertido) a adaptar-se a nova fé.

A INTEGRAÇÃO E O RECÉM-NASCIDO
1 – DORES E GEMIDOS
Toda mulher quando está dando a luz, normalmente sente dores de parto. Ela grita, geme, até chora. Que lição tiramos daqui? Que o mesmo deve suceder no seio da igreja Gl 4.19. Infelizmente na hora que o pregador está fazendo o apelo, não está havendo por parte da igreja, as dores de parto. Anteriormente era assim: O pregador fazendo o apelo e a igreja gemendo de dores de parto, ou seja orando em espírito. Gemiam e até choravam.
2 – A COOPERAÇÃO NO NASCIMENTO DO BEBÊ
Nos hospitais as enfermeiras auxiliam os médicos no parto. Isto nos fala que na hora do apelo o pregador carece de auxiliares de alguém que vá ao pecador e carinhosamente faça-lhe o convite do novo nascimento, estendendo-lhe a mão amiga.
3 – O RECÉM-NASCIDO E AS DIFICULDADES
Um recém-nascido trás consigo uma série de dificuldades, a saber:
a) De locomoção
Não sabe andar, para sua locomoção, só correndo. Que lição tiramos daqui? Que o novo convertido não sabe andar no caminho celeste; carece de alguém que vá buscá-lo para outros cultos.
b) Para Alimentar-se
Para Alimentar o recém-nascido a Mãe o carrega até o colo e coloca a mama em sua boca. Isto fala-nos da ajuda que o neófito carece para alimentar-se espiritualmente.
Ajude o neófito a encontrar os livros capítulos e versículos da Bíblia. Explique a ele o que isto ou aquilo quer dizer.
4 – O RECÉM-NASCIDO EM FASE DE DESENVOLVIMENTO
a) Alimentação adequada
Um recém-nascido não pode alimentar-se com o mesmo alimento de uma criança adolescente, mocidade, adulto.
1º – Nestogênio; 2º – Lactogênio; 3º – Ninho Instantâneo; 4º – Ninho Integral; 5º – Verduras e etc…
Que lição tiramos daqui? Não podemos alimentar o novo convertido com comida forte.
Ex: Não fale diretamente ao neófito sobre dízimos, ofertas, vestes, cabelos, suas jóias, seus quadros… Etc.
b) Cuidando da saúde do recém-nascido
Todo recém-nascido carece de cuidados especiais, semelhantemente o neófito. Como cuidar da saúde espiritual do neófito?
1 – Não o deixe descalço Ef. 6.15
2 – Não o deixe com roupas espirituais sujas Ec 9.8
3 – Não o deixe com fome Mt 14.16.
c) DESPERTANDO A VOCAÇÃO
Toda criança em fase de desenvolvimento deixa escapar sua vocação.
O novo convertido em fase de crescimento espiritual, também deixa escapar sua vocação ou talento, entregue por Deus para o bom andamento da obra.
d) A INTEGRAÇÃO É BÍBLICA? SIM
Natanael Jo 1.45,51
Os judeus At 15.13
Paulo faz a integração dos Efésios Mt 19.1,7
Paulo faz a integração de Onésimo Fm 8.17
Felipe faz a integração do Eunuco At 8.34,38
e) QUE COOPERA PARA A NÃO PERMANÊNCIA DO NEÓFITO?
Falta de atenção – Falta de amor -Falta de carinho -Discórdia -Falta de alimentação
Falta de acompanhamento, visita e discipulado.
f) QUANDO E COMO COMEÇAR A INTEGRAÇÃO
Já, hoje, agora.
Colocando em prática tudo o que aprendeu.
Lembrando-se que só ovelhas geram ovelhas. O Que você é?

Aqui entra a Escola Bíblica Dominical. Leia Mt 28.19,20.

** É onde o aluno estuda sistematicamente a Palavra de Deus, aprende
a ter uma vida cristã genuína e se prepara contra as heresias.
** É onde se ensinam os princípios básicos da fé, que levam o aluno a
uma vida vitoriosa, e Cristo é gerado em cada novo convertido.
** É onde a criança forma o caráter, o jovem prepara-se para o futuro
e o adulto alcança a maturidade cristã.
** É onde pais e filhos fortalecem o relacionamento, crescem na
disciplina e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.
** É onde se descobrem novos talentos para o ministério
cristão e a Igreja fortalece a sua comunhão.
** É onde se enfatiza a visão evangelística, revelada no Calvário,
e aprende-se a amar a obra missionária.

1. Ganhar as almas para Jesus.
2. Desenvolver a espiritualidade dos alunos e o caráter cristão. (Discipulado)
3. Treinar o cristão para o serviço do mestre.
“Ensinar não é apenas transmitir Conhecimento !!! Não é só informação é transformação.
É preciso mudança de atitude – O Ensino transforma comportamentos,…
O processo gradual do discipulado visa o atingimento dos seguintes objetivos:
Esses mesmos objetivos devem estar claros na mente do mestre de discipulado.
Mostrar a vida abundante em Cristo;
Mostrar também o que significa ser um discípulo;
Mostrar a necessidade do batismo;
Mostrar a importância de uma vida devocional diária;
Mostrar a importância da participação ativa nas atividades da Igreja;
Mostrar a responsabilidade pessoal de comunicar esta fé a outros;
O Guia de estudo (Revista) Procura atingir 4 níveis de crescimento individuais:
a) Conversão – Aceitação da fé,….b) Edificação – Fortalecimento pela Palavra,… c) Maturação – Entendimento dos mistérios divinos, experiências… d) Reprodução – Geração de frutos, principalmente novos discípulos.
Obs: A descrição acima é idem ao Diagrama da PG 12 – Níveis de Desenvolvimento.
Crescimento espiritual
Em 1º lugar devemos crescer em Cristo – Ef 4:15 – Cl 1:10
Em 2º lugar devemos crescer na frutificação – Jo 15:2; II Co 9:10 e Mt 3:10.
Em 3º lugar devemos crescer em amor –Rm 12:10; Ef 6:24 e I Tss 3:12.
Em 4º lugar devemos crescer na perfeição – Hb 6:1; Mt 5:48 e Pv 4:18.
Em 5º lugar devemos crescer no conhec. das Escrituras Sagradas- I Pe 2:2.
Em 6º lugar devemos crescer na graça e no conhecimento – II Pe 3:18.
Exemplos negativos
Quem não cresce será cortado – Jo 15:12
Deus não se agrada dos ociosos – Pv 6:6 – Ef 5:14
Instabilidade na fé – Ef 4:14
Exemplos de crescimento
João Batista – Lc 1:80
O menino Samuel – I Sm 2:26
O menino Jesus – Lc 2:40,52
Os Tessalonicenses – II Tss 1:3.
Devemos crescer – Sl 92:12 – Exemplo Bambu chinês.
Objetivo do conhecimento de Deus através da Sua Palavra.
Gn 1:26 e 9:6 – Restaurar a imagem moral e a semelhança Natural do homem.
Entende-se por imagem Moral – a capacidade de relacionar-se, esboçar santidade e amor,….
Entende-se por semelhança Natural – a potencialização do Intelecto, emoções e vontade próprio.
Sabendo que quando o homem pecou tanto a Imagem quanto a semelhança do criador em nós ficou comprometida: Logo o objetivo do discipulado é levar-nos a novamente reatar essa comunhão e estado.
Deus nos propõe um caminho de restauração o qual será completo quando do arrebatamento da Igreja.
Rm 1:23 – e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis;
I Co 11:7 – Pois o homem, na verdade, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus; (Homem espiritual)
II Co 3:18 – Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor;
II Co 4:3,4 – Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, é naqueles que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
Cl 1:15 – o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;
Ef 3:19 – e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus;
Cl 2:10 (Nós de maneira finita) – e tendes a vossa plenitude nele, que é a cabeça de todo principado e potestade;
I Jo 3:2 – Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos.
Entenda melhor essa questão ao saber que:
Através de um relacionamento dinâmico Deus estabeleceu as necessidades prioritárias do homem e assim determinando suas responsabilidades através de mandatos (alianças).
Mandato Espiritual – Consistia de responsabilidade em manter comunhão c/ o criador, era simbolizado pelo sábado (Descanso)
Mandato Social – Era simbolizado pelo casamento era uma relação para consigo mesmo
Mandato Cultural – Simbolizado pelo labor/trabalho, Deus determina que se cuidasse da criação/governar
Com a queda o homem arrastou consigo toda a criação, rompendo com criador e desobedecendo os mandatos pactuais (alianças), que representam as três esferas de atuação do homem, ccm o mandato espiritual rompido, o homem perde o controle do relacionamento consigo mesmo e com a criação, a família desestrutura-se e a terra geme aguardando a restauração.
Porém na plenitude dos tempos, no amadurecimento das gerações, Deus se revela por meio de seu Filho, o qual é a forma máxima da Graça na história de cada individuo, sendo que Cristo recria a humanidade decaída, sem perder sua identidade de homem que cumpre a vontade do Pai.
Cristo restaura dos mandatos pactuais, reconcilia o homem consigo mesmo, com Deus e com a criação reativando o pacto magno. Cristo viveu integralmente no mundo, deu-se a si mesmo sem reservas, tendo partido enviou a Igreja ao mundo, Enviou a Igreja retirada do mundo ao mundo outra vez. Logo a expansão e a Edificação da Igreja, são tarefas que devem andar juntas, sendo facetas da mesma ação missionária.
O pré-requisito para investir em crescimento é a estrutura para edificar as vidas dos que se aproximam da Igreja e de Jesus
O questionário abaixo pode ser feito verbalmente ou mesmo entregue por escrito.

PREENCHA , COM A FAMÍLIA, O QUESTIONÁRIO ABAIXO:
1- Você crê na existência de Deus ( )sim ( )não
2- De alguma forma, você busca a Deus( )sim ( )não
3- Você já leu a Bíblia ( )sim ( )não
4- Você consegue entender a leitura bíblica ( )sim ( )não
5- Você gostaria de aprender , gratuitamente, a Palavra de Deus, em sua casa , em apenas (1) uma hora semanal ( )sim ( )não
Comparação:Você sabia que 01 semana contem 168 horas, e se você dispuser (1) UMA HORA semanal para entender a Palavra de Deus, as demais 167 horas serão mais abençoadas ! Mateus 11.29 -Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. – Aprenda e ache descanso!!!
Porque discipular
Devemos discipular porque faz parte da missão da Igreja de Jesus na Terra.
a) A Igreja é chamada para servir e adorar a Deus (Jo 4.21; Mt 24.45-47)
b) A Igreja tem uma missão para c/ seus próprios membros; (Ef 4.11-16; I Co 12.12-27
c) A Igreja tem uma missão para c/ o mundo (At 1.8; Mt 28.19,20)
Discipular não é um dom! Mas todos os dons cabem dentro do Discipulado.
Porque o crente deve discipular?
1) Discipular é uma das maneiras mais estratégicas de se ter um ministério pessoal ilimitado.
2) Discipular é o mais flexível dos ministérios.
3) Discipular é a maneira mais rápida e segura de mobilizar todo o corpo de Cristo para evangelizar.
4) Discipular tem um potencial de mais longo alcance para produzir frutos do que qualquer outro ministério.
5) Discipular propicia à igreja local excelentes líderes.
O QUE É IGREJA
Igreja – ekklhsia- ekklesia – SIGNIFICANDO – reunião de cidadãos chamados do mundo – onde estão, para algum lugar público.
A Igreja não é uma galeria para exibição de cristãos eminentes, mas uma escola para
Educação dos incultos, uma creche para cuidar dos bebês e um hospital para a recupe-
ração dos enfermos espirituais – Henry W. Beacher.
Se assim for estaremos entrando na área da Pediatria – onde cuida-se das crianças (neo-conversos).
Definindo bem estes aspectos podemos estruturar o verdadeiro significado de “missões”. Quando falamos da missão da igreja, não estamos falando da própria igreja, mas da razão dela ainda estar no mundo. Se o seu fim é adorar a Deus, a sua missão é levar o mover de Deus ao coração dos perdidos. Ao se portar como serva a igreja deverá ter as seguintes posturas.
Evangelizadora
Voltando à discussão inicial, a evangelização, por sua fez, não pode ser negligenciada na definição de “missão”. Pois ela é parte essencial da missão da igreja. Evangelização (euangelizomai) comunica literalmente “trazer ou anunciar o euangelion, as boa novas”. Apesar da palavra aparecer no Novo Testamento para retratar notícias comuns, o seu maior emprego sempre apresentar o sentido de trazer as boas novas cristãs. Duas verdades importantes precisam ser ditas acerca da evangelização, ela não pode ser definida por resultados e ela não pode ser definida por métodos. Não evangeliza apenas quem conduz muitas pessoas aos pés de Jesus através do batismo e arrolamento no roll de membros de alguma igreja. Evangelizar é anunciar as boas novas de Jesus. Ainda que o “evangelizador” esteja esperando uma resposta daquele a quem ele anunciou as boas novas, a resposta não tem o fim de caracterizar o seu ato. Uma resposta negativa do ouvinte, ou mesmo o silêncio deste, não implica em negação da evangelização. Da mesma forma, evangelizar não é aplicar um método específico para comunicar as boas novas. Evangelizar é anunciar as boas novas, não importa de que maneira. Os meios podem definir se a ação evangelizadora terá amplo alcance ou não, mas não a definem. A igreja pode evangelizar por meios eletrônicos, com estratégias de pequenos grupos, com os antigos cultos de ruas, com os cultos nos lares, ou mesmo com os sermões dominicais evangelísticos que já estão quase em desuso. Será sempre evangelização.
Kerigmática
Ao exercer sua missão a igreja também precisa ter uma postura kerigmática. Qual a diferença entre “evangelizadora” e “kerigmática”? Quando uma igreja está evangelizando ela tem um objetivo específico de anunciar as boas novas ao pecador que sofre sem visualizar a solução que Deus proveu na cruz. No entanto, esta não é uma postura única para a igreja. Os pecadores são “sofredores” que carecem da graça de Deus, mas também são ímpios que estão debaixo do juízo de Deus. Uma igreja é “kerigmática” quando ela se torna um arauto da justiça e da integridade. A igreja não pode se abdicar de ser luz e sal do mundo. Quando uma igreja apenas evangeliza, ela centra sua atenção nos resultados e espiritualiza sua esfera de atuação. Mas a igreja não foi chamada para as suas fronteiras. Ela é guardiã da moral e da justiça. Se a igreja se calar, o mundo não verá a luz. As instituições humanas são humanamente contaminadas com o pecado. A igreja precisa alçar sua voz e condenar, como profeta que é, as ações de exploração e degradação da sociedade em que está inserida. Isto também faz parte da missão da igreja.
Martírica
A expressão “testemunha” está profundamente carregada com o significado original do termo martírica. Enquanto as ações evangelizadora e kerigmática estão na esfera do discurso eclesiástico, a ação martírica está relacionada com a vida de cada crente que deve trazer as marcas de Cristo de tal forma que qualquer pessoa possa ver a glória de Deus em seu estilo de vida. Nenhuma igreja pode evangelizar e anunciar as justas verdades de Deus sem que experimente verdadeiramente a Jesus em seus corações. A relação com o martírio é clara, a igreja precisa fazer isto ainda que a custo de sua vida.
Koinônica
Por fim, não pode haver missões sem que a igreja experimente o puro amor do Senhor em seu coração. Uma igreja que ama ao Senhor acima de todas as coisas aprende a amar o reino de Deus e entende que a primeira motivação para a tarefa missionária é a obediência amorosa ao Senhor que envia. Sem amar a Jesus, uma igreja não pode demonstrar amor internamente, nem mesmo pelos perdidos que vagam pelo mundo. Toda postura de comunhão na igreja, só é comunhão espiritual se brotar da comunhão que a igreja tem com Cristo. Ou seja, se somos irmãos, o somos por estarmos ligados por laços eternos de amor divino. Sem o amor de Deus não há comunhão. E uma igreja que não tem comunhão não pode realizar sua tarefa missionária. Simplesmente pelo fato desta igreja não está inserida no corpo de Cristo, ou seja, é apenas um grupo reunido. O que faz uma igreja ser igreja não é a tarefa missionária, mas o Espírito Santo que a liga a Cristo por meio da Palavra da Cruz. Somente nesta condição a tarefa missionária não será fazia e desprovida de significado.
A IGREJA DEVE CHAMAR OS CIDADÃOS DE ONDE ESTÃO PARA DENTRO DE SI
Atos 5:42 E, todos os dias, no pátio do Templo e de casa em casa, eles continuavam a ensinar e a anunciar a boa notícia a respeito de Jesus, o Messias.
EXEMPLO BIBLICO- O SERVIÇO DE PRISCILA E AQUILA A FAVOR DE APOLO
Atos 18.26 Ele(Apolo) começou a falar com coragem na sinagoga. Priscila e o seu marido Áquila o ouviram falar; então o levaram para a casa deles e lhe explicaram melhor o Caminho de Deus. Rm 16. 3,5.
OUTROS EXEMPLOS BIBLICOS
Rms 16.23 – Colossenses 4.15 – Filemon 1.1-2
 Somos capacitados por Jesus: At 1.8; Mt.28.18
EXEMPLO DE JESUS CRISTO
– Lucas 19.5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse a Zaqueu: —Zaqueu, desça depressa, pois hoje preciso ficar na sua casa.

Perceba a qualidade do discipulado de Cristo!
Sabemos que uma das formas mais peculiares de Jesus para ensinar era utilizar as parábolas, sendo que os ensinamentos nelas contidos podem ser encaixados em quatro assuntos principais: O Reino de Deus, A Salvação, O Discipulado e Eventos Futuros.
O Discipulado é tão importante a ponto de ser um dos grandes temas de suas Parábolas!
Várias parábolas tratam de algum aspecto do viver no Reino, Jesus ensinou que receber o Reino trazia privilégios bem como responsabilidades. Suas parábolas, portanto, trataram não somente da natureza do Reino, como também do comportamento exigido dos cidadãos. Lc 12:48 b.
A Torre Inacabada (Lc 14:28-30) e a Guerra Não Travada (Lc 14:31-32), por exemplo, focalizam nossa disposição de contar o preço de sermos súditos do Reino. O Tesouro Oculto e a Pérola de Grande Preço (Mt 13:44-46) indicam a necessidade de sacrificar tudo por amor ao Reino.
O Amigo Inoportuno (Lc 11:5-8) e o Juiz e a Viúva Importuna (Lc 18:1-8) retratam a importância da fé persistente e Os Servos Inúteis (Lc 17:7-10) e Os Dois Filhos (Mt 21:28-32) ressaltam o serviço obediente. Os Dois Edificadores (Mt 7:24-27) enfatiza ainda mais a necessidade de escutar e também de obedecer aos ensinamentos de Cristo. O Bom Samaritano (Lc 10:30-37) demonstra a necessidade da compaixão, enquanto O Lugar de Honra (Lc 14:7-11) revela conduta imprópria.
Os Dez Talentos (Mt 25:14-30) focaliza a mordomia, enquanto As Dez Virgens (Mt 25:1-13) demonstra a importância de estar preparado. O Espírito Imundo (Mt 12:43-45) fala da necessidade de dedicar nosso coração totalmente à Deus, e A Candeia (Mt 6:22) demonstra que devemos manter nossos olhos espirituais fixados em Deus, sem deixar o mundo desviar a nossa atenção. Finalmente, “O Senhor da Casa e seus Servos (Mc 13:34-37) subentende que à medida que recebemos entendimento do Reino de Deus, precisamos transmitir esses conhecimentos a outras pessoas.

PORQUE IR NAS CASAS E NÃO SOMENTE ESPERAR
Jesus instruindo os discípulos— Mateus 28.19 Ide, pois, e fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo;
Jesus ensinando sobre o chamado ao reino dos céus—Mateus 22:9 Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.
IDE-do grego-poreuomai–poreuomai-significando-conduzir, persistir na jornada iniciada

IDE significa iniciar e persistir ate o fim uma tarefa delegada a alguém.
QUANDO JESUS ORDENAVA COM A EXPRESSÃO —IDE—OS SEUS DISCIPULOS INICIAVAM E TERMINAVAM A ORDEM DETERMINADA
Exemplo: -Ordem aos seus discípulos–Mateus 21:2
IDE SIGNIFICA INICIAR E TERMINAR UMA ORDEM
Qual ORDEM…
Mateus 28:19 Ide, pois, e fazei discípulos de todas as nações,
batizando-as em o nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo
A IGREJA, será verdadeiramente uma IGREJA, se cumprir o papel completo. Colossenses 1:25 E Deus me escolheu para ser servo da Igreja e me deu uma missão que devo cumprir em favor de vocês. Essa missão é anunciar, de modo completo, a mensagem dele.
—A atuação da igreja inicia dentro das casas (para buscar os perdidos) , —esperar o peixe pular dentro do barco terá como consequencia o pequeno crescimento. a igreja deve lançar as redes , ou mesmo quando o peixe pula no barco, deve ir ao seu encontro para o mesmo não voltar para a água—
e devem ser levados a seguirem a cristo . Mt 16.24 – tomando a cruz….
É tempo de fazer discípulos!
O Pr.Antonio Gilberto diz:
O povo vai onde é convidado;
O povo fica onde é bem recebido;
O povo volta onde é bem tratado.
Temos que cultivar a comunhão fraternal.
Precisamos de um plano de Ação! Em relação ao potencial Discípulo:
Quem é ? Conhecê-lo
Do que precisa ? Entendê-lo
O que será feito ? Atendê-lo.
1 -Conceitos chaves:
• O que é Discipulado: é o trabalho cristão efetuado pelos membros da Igreja, a fim de fazer dos novos crentes, autênticos cristãos. O discipulado faz parte da expressão missionária da Igreja.
• Qual a Missão do Discipulado: levar os novos crentes a se tornarem verdadeiros discípulos (seguidores) e imitadores de Cristo integrando-os à Igreja.
• Qual o método utilizado: o discipulador vai até a casa do novo crente a fim de discipula-lo, utilizando-se da lição do líder que contém os tópicos do ensinamento do dia que já deve estar fervendo no coração do aluno e do próprio professor.
*Podendo ser feito uma classe na Igreja , no domingo de manhã ou outro horário a combinar.
• Visão: O discipulado é o principal meio pelo qual o novo convertido firma-se na fé, é um investimento garantido.
Quem discipular
Quem pode ser discipulado ? (Público Alvo)
 Novos convertidos;
 Desviados;
 Não Crentes, amigos, familiares, vizinhos, colegas de trabalho;…
 Todos os crentes que necessitarem;
 Adolescentes e jovens da Igreja;
 Todas as pessoas que desejarem.
Obs: Verificar qual é a prioridade dada pelo pastor da Igreja.
 Fazer anotação (controle) de todos que aceitam a Cristo;
 Visitar pelo menos uma vez nas primeiras 2 semanas (fazer a Pesquisa Familiar);
 Discipular na Casa;
 Acompanhar na Igreja pelo menos os 1os (3) meses de fé..
Nossa porta de entrada é grande, mas infelizmente a porta de saída tende a ficar ainda maior.
Como discipular
Fases da Constituição de grupos:
*Procedimentos básicos e práticos.
a) Pesquisar e oferecer o curso;
b) Implementar conforme o método;
c) Ministrar e Acompanhar;
d) Avaliar;
e) Reciclar (melhoria para os próximos grupos)
Deve-se explicar o plano da Salvação e aplicá-lo à vida de seu discípulo.
METODOLOGIA
Procedimentos durante a ministração prática:
1º) Abertura – Introduzir-se no lar ; Entre no lar de forma descontraída, ouvindo muito e falando pouco, tratando todos pelo nome(marque no verso da apostila, se necessário)- Quebre o gelo e crie um vínculo de amizade;
2º) Breve Oração- Somente uma pessoa do grupo levanta a voz e dirige a oração; Em voz baixa, sem manifestações de dons;
3º) Breve Devocional – ministrar louvor congregacional; cante um corinho- entregando por escrito para eles acompanharem;
4º) Breve Testemunho – um testemunho de vida ; Se possível dentro da lição do dia (podendo ser do discipulador ou mesmo do discípulo);
5º) Ministração da Lição – De introdução ao assunto do dia, abordando de modo geral o que será ensinado; Fale a linguagem do grupo, seja prático e
objetivo, concluindo em até 30 minutos.

Durante a ministração observe o seguinte:
a)Uso da Bíblia (nas leituras, oriente o discípulo a encontrar as referencias);
b)Deixe bem claro que todos podem perguntar. Procure estimular os participantes , solicitando suas opiniões sobre algum aspecto do assunto. Saiba diferediferenciar os alunos que não gostam de opinar e dos que estão aptos a participar.Cuide para não afugentar;
c)Fale em tom de conversa normal, jamais em tom de pregação ou que escandalize;
d)Procure resumir os tópicos da apostila, para que a aula não se estenda. Lembre-se..Mate a sede, mas não afogue ninguém ! Seja sábio;
e)Limite-se somente ao ensino da apostila. Não divague, ensine os pontos chave da lição ilustrando com exemplos corriqueiros e diários;

6º) Interação: Aplicação e correção dos exercícios e bem como esclarecimento de dúvidas;
Em caso de ocorrer uma pergunta e você não saber responder, diga- falarei com meu Pastor ou vou pesquisar e lhe trarei resposta na próxima semana.

7º) Oração de encerramento (Direcionada): Finalize, orando nominalmente por todos e anotando petições;
a) Convite para aceitar Jesus, se for oportuno;
b) Convide para participar de culto na Igreja (sem forçar a pessoa).
**Importante: NO FINAL DO DISCIPULADO PROGRAMAR LOCAL E HORÁRIO DO PRÓX. ENCONTRO – ACORDADO PELOS PARTICIPANTES;
TEMPO TOTAL MÁXIMO NO GRUPO (1) UMA HORA.
4-Após o Grupo:
-Procure telefonar (ou outra forma de contato) pelo menos uma vez na semana, perguntando como está, ou quem sabe lendo um versículo bíblico para estimular o aluno.
-Se a pessoa for no culto, passe na casa dela para conduzi-la ou aguarde-a na Igreja, se possível sentando ao lado no templo, encaminhando seu nome para ser devidamente apresentado (caso a pessoa esteja de acordo);
5-Observações Gerais:
-Nunca falte;
-Nunca desista, avisando, na pior hipótese, o líder da Congregação;
-Não leve problemas a seus aos alunos. Leve as boas novas!;
-Lembre-se- UM bom testemunho de vida, vale mais do que MILHÕES de palavras;
– Procure não aceitar alimentos oferecidos, pois gera vícios de comportamento. Não se torne um fardo para a família;
-Cuidados com o sexo oposto, e as amizades demasiadas, pois podem colocar em risco os resultados do trabalho;
-As queixas e reclamações não devem ser alimentadas;
-Não permita que as aulas se tornem um monólogo (sempre a mesma coisa e da mesma forma) – Evite a rotina;
-Planeje-se com a antecedência não deixe tudo para a última hora, lembre-se: a desorganização “mata” (acaba com o trabalho do grupo)

-Nos primeiros encontros devemos transmitir aos novos candidatos a discípulos os seguintes entendimentos:
1-Deixe bem claro ao novo convertido, que ele tem responsabilidade de realizar sua parte, INDO NA IGREJA. Explique-lhe que será em vão realizar o estudo bíblico , se ele não ir na Igreja.
a) Explique que Jesus já fez sua parte na cruz do calvário e que agora é momento do VINDE A MIM.
b) Procure envolver o novo convertido , principalmente nos cultos de oração(vigília), dizendo que iras passar na casa dele… Mostre-se muito amigo. Lembre-se do Bom Samaritano;
c) Tenha entendimento que Satanás agirá facilmente sobre pessoas desgarradas. Amaleque(símbolo do inimigo) atacava o povo Israelita no deserto(a caminho de Canaã) , usando tática covarde .
d) Use de argumento preventivo sobre eventuais mas experiências passadas , ou presentes ou futuras (decepções) do novo convertido com os já membros da Igreja, explicando-lhe que muitos já são novas criaturas , ou que ninguém é perfeito, ou que sempre existirá o joio no meio do trigo. Lembre-lhe que o Senhor Jesus chamou 12 discípulos e que entre eles tinha um(Judas), que roubava oferta e que mais tarde traiu-lhe. Ensine-lhe a perdoar e também olhar somente para o PERFEITO, que é JESUS. Não deixe este fermento estragar o aluno.
Explique-lhe(se for necessário, sem jamais deixá-lo assustado) que aparentemente(ou realmente) , algumas lutas se levantarão contra sua vida, mas que ele terá sua ajuda.
Procure ser como Jesus utilizando-se de todos os recursos disponíveis a fim de ser o mais eficaz possível na transmissão das lições!
Jesus – Ex: Mateus 6:28-29
Nós retemos:
10% – Do que lemos
20% – Do que escutamos
30% – Do que vemos
50% – Do que vemos e escutamos
70% – Do que vemos e logo discutimos
90% – Do que vemos/ouvimos/discutimos e realizamos.
100% – Do que vemos/ouvimos/discutimos/realizamos e ensinamos.
De tudo o que você lê após 3 meses vc se lembrará de apenas 30%.
Mas daquilo que vc ouve, escreve e depois lê após os 3 meses vc lembrará de 80%.

Resultados:
Atos 2:41,47; 4:4; 6:7; 9:31; 17:6; Cl 1.23 b. Confira o método utilizado 5:42 e 20:20…

Billy Graham – A Salvação é de Graça mas o Discipulado custa tudo o que temos.
Eis um pouco de nosso desafio:

Obs: Se cada aluno seguisse o seu exemplo que tipo de cristão ele seria ?
E que nível de Igreja teríamos ?
DEUS TE ESCOLHEU À DISCIPULAR VIDAS PARA A ETERNIDADE.
Aprenda a Crescer diariamente com o peso da Cruz.
“(…) nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2 Coríntios 4:17).

Livros recomendados:
Howard Hendricks – Discipulado: O Caminho para Firmar o Caráter Cristão
James M Houston – Mentoria Espiritual: O desafio de Transformar Indivíduos em Pessoas
Larry Kreider – O Clamor Por Pais e Mães Espirituais
Thomas H Groome – Educação Religiosa Cristã
BONHOEFFER, D. Discipulado, São Leopoldo, Editora Sinodal

CURSO DE TEOLOGIA GRÁTIS COM CERTIFICADO TAMBÉM GRÁTIS - lIGUE: 1141716380

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