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O que é Dízimos e Ofertas

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PARTE 1
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa,…” (ML 3:10a)
Objeto de grande polêmica nos meios de comunicação e muitas vezes até nas Igrejas, o dízimo tem sido item questionado sobre sua obrigatoriedade ou não. A postura apresentada aqui, é com base nas Sagradas Escrituras, e não uma posição pessoal. Queremos portanto, tentar esclarecer o visão do dizimo, sob as instruções que Deus deu, portanto, uma posição bíblica sobre o assunto.
Para falarmos do dízimo, teremos que voltar à historia do povo de Israel, logo no começo. Naquela ocasião, Deus ordenou que todo primogênito homem e todo macho (animal) nascido em cada lar de Israel, deveria ser consagrado a Ele “ENTÃO falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Santifica-me todo o primogênito, o que abrir toda a madre entre os filhos de Israel, de homens e de animais; porque meu é.” (ÊX 13:1-2). Esses, separados para Deus, serviriam para lembrar que Deus havia tirado Israel da terra do Egito, após a morte de todo primogênito egípcio, pois em suas casas (dos egípcios) não haviam as marcas de sangue nos umbrais da porta.
Onde e como tudo começou. Após Israel ter saído da terra do Egito, Deus ordenou que o povo fosse dividido em 12 tribos, sendo que a tribo de Levi — os Levitas, seriam os que serviriam na tenda da congregação, local onde seriam apresentados os sacrifícios pelos pecados do povo, ofertas, entre outras atribuições. Como o próprio nome diz, “congregação” ou ajuntamento, hoje chamada de Igreja. “E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os; E assim lhes farás, para os purificar: … E Arão oferecerá os levitas por oferta movida, perante o SENHOR, pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do SENHOR. … E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas sejam meus. E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás.
…”Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado….” (NM 8:5-26)
Com as atribuições dadas ao levitas eles não poderiam fazer outro trabalho, devido as suas atribuições na tenda da congregação — ordenadas por Deus (as atribuições dos levitas, poderá ser acompanhada nos livros de Levíticos e Números, que trazem diversas leis sobre os sacrifícios e ofertas), ordenou então o Senhor Deus, que todas as outras 11 tribos entregassem à tribo de Levi — os Levitas, parte de sua colheita e criação, que seria o dízimo. E a parte que os Levitas recebiam, também teria o dízimo, que seria entregue a Deus em forma de ofertas alçadas, feito pelos levitas (é bom lembrar que, o dízimo separado para Deus era o melhor de suas colheitas ou criações). “E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo ministério que executam, o ministério da tenda da congregação. E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram. Mas os levitas executarão o ministério da tenda da congregação, e eles levarão sobre si a sua iniqüidade; pelas vossas gerações estatuto perpétuo será; e no meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão, Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão. E falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Também falarás aos levitas, e dir-lhes-ás: Quando receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado por vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao SENHOR, os dízimos dos dízimos. E contar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira, e como plenitude do lagar. Assim também oferecereis ao SENHOR uma oferta alçada de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada do SENHOR a Arão, o sacerdote. De todas as vossas dádivas oferecereis toda a oferta alçada do SENHOR; de tudo o melhor deles, a sua santa parte.” (NM 18-21-29)
O dizimo é uma ordem. É extremamente nítido e claro, que o dízimo que o povo deveria trazer ao Senhor, seria para o sustento da Casa do Senhor. Seria para a manutenção daqueles que ali estariam cuidando das coisas do Senhor — os Levitas, e isso foi ordenado por Deus, conforme pode-se ler: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa,…” (ML 3:10a). O verbo “trazei do texto” — está no modo imperativo, portanto é uma ordem, de quem a expressa. Logo, Deus ORDENA, que os dízimos cheguem até Sua Casa. Observe também, que quando a frase é dita, a palavra indica que Deus está em sua casa. Deus não disse “levai”, como se Ele estivesse em outro lugar, mas disse “trazei”, portanto quando levamos os dízimos ao altar de Deus os levamos.
O dízimo nos dias atuais. Muitas pessoas nos dias de hoje, ainda questionam sobre o dízimo, que sustenta missionários e pastores, e algumas pessoas afirmam que o dízimo é algo do velho testamento. Veja o que o apostolo Paulo escreveu em sua carta aos Corintios: “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.” (I CO 9:14). Portanto todos os pastores, missionários e aqueles que tem como ministério anunciar o evangelho, justo é que vivam do evangelho. Veja mais referências (Mat. 10:10; Lc. 10:7; I Tim. 5:18 e Dt. 25:4). Abra sua Bíblia e consulte.
Deus não é investimento. Muitas pessoas contribuem com seus dízimos, como se fosse uma aplicação. Quanto mais se dá, mais se recebe. Puro engano, apesar de existirem igrejas que pregam a “teologia da prosperidade” sem qualquer base bíblica, ou com algum texto que é distorcido, para que se pareça verdade . A realidade é que tal afirmação , não existe. Deus quando ordenou que se desse o dízimo, isso se daria pelo recebido (valor total — bruto) “De todas as vossas dádivas oferecereis toda a oferta alçada do SENHOR; de tudo o melhor deles, a sua santa parte. “(NM 18:29), e não pelo que haveria de receber. Logo, a “teologia da prosperidade” cai por terra.
Um pequeno exemplo. Outro dia um rapaz estava indo para seu local de trabalho. Chegando o ônibus próximo ao local onde deveria descer, saltou do veículo. Como havia algum tempo até que expediente começasse, ele parou na banca de jornais e leu as manchetes.
Em um dos jornais, havia uma matéria que lhe despertou interesse. Viu também a revista que todo mês comprava, pois tratava-se de seu hobbie. Não teve dúvidas: comprou os dois e pagou.
Ao chegar em seu local de trabalho colocou o troco em sua carteira, mas notou que o jornaleiro lhe devolveu mais do que deveria. Acreditou que deveria devolver, pois todos os dias passava pela mesma banca, e o jornaleiro poderia lembrar e ele ficaria em situação delicada. Portanto, tarefa para o dia seguinte: devolver o dinheiro ao jornaleiro, logo pela manhã.
O dia seguinte amanheceu chovendo e o rapaz não teve como passar no jornaleiro para devolver-lhe o que de direito era seu, pois em frente a banca havia uma enorme poça de água. O dia seguinte seria a alternativa, mas era sábado e o rapaz não trabalhava de sábado.
A segunda-feira seria o dia certo. Faria isso com toda a certeza, mas teria que passar todo o final de semana com a sensação de estar com algo que não era seu. Era quase que produto de um roubo, pois ele sabia que não lhe pertencia aquele dinheiro.
Conclusão:
Quantas pessoas recebem seus salários, seus rendimentos, seus honorários, mas sequer dão o dízimo. Na verdade acabam gastando o “dinheiro de Deus” em pagamento de carnês, impostos, prestação do carro, roupa, etc., tudo feito com algo que não lhes pertence. Algo que deveria ser levado ao altar, mas procedendo de forma errada, roubam a Deus
“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos.” (ML 3:8-12)

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