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O Casamento Cristão

“Venerado seja entre todos o matrimonio e o leito sem mácula; porem aos que se dão ã prostituição e aos adúlteros Deus os julgará.” Heb. 13:4
Hoje, há falta de respeito para as coisas que Deus criou. O plano de satanás é destruir tudo, item por item, que Deus fez.
• Deus criou a terra, mas o homem procura a destruí-la. No fim do mundo Jesus vai destruir os que destruem a terra. Apoc. 11:18.
• Deus criou as nações; satanás as engana. Apoc. 12:9; 20:8.
• Deus criou a igreja; satanás procura destruí-la.
• Deus criou a família também. Satanás procura destruí-la. Ele despreza e ataca o casamento. Faz o mundo pensar que o casamento é desnecessário; uma coisa do passado. A Bíblia declara que o matrimonio deve ser venerado. Se a família for destruída, a sociedade inteira e as igrejas serão seriamente afetadas. A base da sociedade é a família. E a família começa com o matrimonio. Sempre foi assim.
AS INSTITUIÇÕES QUE DEUS CRIOU
Há três instituições na terra que DEUS criou: a família, a nação, e a igreja. Devemos servir a Deus como membros da igreja, que é o corpo de Cristo. Devemos obedecer as leis da nação. Romanos 13 ensina que as autoridades civis são “ministros” de Deus. As nações pertencem a Deus, Dan. 4:17. Devemos manter a família de acordo com os princípios da Bíblia. A família é a instituição mais antiga na terra, e foi Deus quem a instituiu.
JESUS DISSE QUE O MATRIMONIO É DE DEUS
Jesus reconheceu este fato quando disse que “desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher. E serão os dois uma só carne: e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem.” Marcos 10:6-9. Jesus defendeu e aprovou o caso de Adão e Eva, como um casamento que veio de DEUS. Foi o único exemplo que Jesus citou sobre o casamento. É um casamento “feito no céu” ou aprovado, sim, por Deus. Não existia nenhuma igreja, nenhuma nação. Claro que não existia um cartório. MAS existia uma autoridade que não só estava de acordo com a existência da família, mas também era “responsável” pelo próprio casamento. Todo o casamento na Bíblia foi feito na presença da autoridade existente na época e/ou com a aprovação das famílias envolvidas.
Jesus mostrou sua aprovação desta maneira de casar-se quando ele assistiu as “bodas em Caná da Galiléia” com a sua mãe e seus discípulos. João 2:1-2. É claro que não se realizou no templo, (como o batismo também não foi feito no templo), mas foi feito com Jesus e seus discípulos presentes. As igrejas batistas não fazem casamento. Ninguém em nosso meio acredita que a igreja faz casamento. O casamento é feito na presença das autoridades da nação com a aprovação das famílias envolvidas, como no tempo da Bíblia, e a igreja pode ser uma testemunha do fato. Ela pode pedir as bênçãos de Deus sobre a formação de uma nova família, e naturalmente antes da união corporal. Se for um caso de sexo antes do casamento, a igreja não pode aprovar. Se não for feito no cartório, a igreja não pode aprovar. Como Jesus aprovou o casamento, também a igreja o aprova.
A POLIGAMIA CONDENADA
Deus não instituiu nem aprovou a poligamia pois criou uma só mulher para o homem. Se aprovasse a poligamia, teria criado duas ou mais mulheres para Adão, o que não fez. O primeiro casamento é o único caso que Jesus cita para ensinar o matrimonio e o divórcio. Isto é, o matrimonio deve se manter intato. Ninguém deve separar os dois. Por que? Porque foi DEUS quem fez o matrimonio. Os dois, (não três), são uma só carne. A presença de um terceiro seria uma separação dos dois, a dissolução da família original!
Deus permitiu mas não aprovou certas coisas nos dias em que a Bíblia não era completa. Atos 17:30 disse que Deus não teve em conta os tempos da ignorância. Passou por cima de certas coisas erradas até os dias de Cristo. Permitiu-as, mas não as aprovou! Quem quer provar que a poligamia é certa sempre cita estes casos no velho testamento. Em vez de citar estes, por que não cita Deuteronômio 17:17? Deus mandou Israel e seu futuro rei não multiplicar nem cavalos, nem mulheres! Foi justamente “nisto” que “pecou Salomão”, Neemias 13:26. Suas mulheres eram estrangeiras. Isto também era pecado. Deus não aprovou a poligamia de Salomão. Quando os judeus voltaram do cativeiro, no tempo de Esdras e Neemias, por que Deus mandou os israelitas mandar embora suas mulheres estranhas? Esdras capitulo 10. Era pecado possuí-las. Em versículo 6, Esdras “estava anojado pela transgressão dos do cativeiro.” Israel, para provar que estava arrependido, cerrou estas relações que eram contra a lei de Deus. Quando alguém se arrepende de fornicação, não continua nela.
Deus usou a santidade do matrimonio para expressar a união de Cristo e a sua igreja. Efésios 5:22-33. Grande ênfase é colocada na relação do marido e sua esposa. A poligamia destruiria o ensino que Cristo tem uma só esposa. As igrejas que são infiéis a Cristo são prostitutas espirituais.
Seria um passo atrás se a igreja aprovasse a poligamia. Em todas as terras e culturas onde o evangelho tem entrado, tem mudado o sistema dos pagãos de poligamia para monogamia. Não somos muçulmanos, mas cristãos!
UNIÃO SEXUAL NÃO É CASAMENTO
Bom é lembrar que Eva já era a mulher de Adão antes da união sexual. Gênesis 2:28 mostra que “Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra.” Gênesis 2:24 ensina que Adão uniu-se com sua mulher. Já era a sua mulher, antes da união! O casamento foi feito quando Deus fez Eva e deu-a a Adão. Deus os abençoou. O ato sexual veio depois. É uma expressão do casamento, mas não é casamento. O casamento foi feito antes. Casamento não é acasalamento.
Em Gênesis 29 temos um caso importante. Jacó e seu tio, Labão, fizeram um contrato de casamento para Jacó e a filha de Labão, Raquel. Jacó serviu “sete anos por Raquel; e foram aos seus olhos como poucos dias, pelo muito que a amava. E disse Jacó a Labão: Dá-me minha mulher.” Gên. 29:20-21. Labão enganou Jacó e deu-lhe Léia no lugar de Raquel. Depois de trabalhar mais sete anos, recebeu Raquel “por mulher,” ver. 28. No tempo dos patriarcas, o casamento foi combinado pelos pais do casal. Em todos os casos de casamento no velho testamento, havia aprovação dos pais e/ou da sociedade. Havia um período de tempo do noivado. Se os dois se ajuntassem antes da aprovação dos pais e da sociedade, ou mesmo durante o noivado, o ato seria chamado fornicação, ou sexo antes do casamento! Foi chamado “doidice” e “loucura.” Gên. 34:7; Deut. 22:20-21. Ora, se o ato sexual em si fosse o casamento, não seria mais doidice ou loucura. Não seria possível existir sexo antes do casamento. Paulo disse em I Cor. 7 que o homem deve casar para evitar fornicação. Logo não seria mais fornicação a prática de sexo antes do casamento, se a união corporal fosse casamento.
E o caso de José e Maria? Quando se casaram? “Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem achou-se ter concebido do Espirito Santo. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente.” Mat. 1:17-18. Ser desposada não quer dizer, necessariamente, casada. Eram noivos. Iam casar-se. José casou com Maria antes ou depois do nascimento de Jesus? Deus mandou que tomasse sua desposada mulher antes. “E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher; E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.” Mat. 1:24-25. Era casamento ou não?
O QUE DIZ A BÍBLIA?
Sexo sem obrigações sociais e morais não é legítimo. Ajuntar-se com uma prostituta não é casamento, mas é prostituição. Se fosse casamento não seria mais prostituição. Esta seria eliminada; não existiria mais. Seria casamento, simplesmente. Se um homem tiver relações sexuais com uma mulher antes do casamento, ele comete fornicação ou prostituição com ela. Isto é pecado; é chamado loucura e doidice na Bíblia. Se um filho nascer desta união, é ou não é bastardo? Por isso Deus tinha que dizer a José que o caso de Maria não foi prostituição ou adultério. Se o pai de Jesus fosse um outro homem qualquer, Maria seria adúltera. O filho seria um bastardo. Mas, vamos ver outras passagens da Bíblia:
1). I Cor. 7:1-2 – “Bom seria que o homem não tocasse em mulher; Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” Portanto prostituição é uma coisa; casamento é outra. O ato sexual é o mesmo. Deus não aprova prostituição nem adultério. Aprova o casamento. O ato sexual não é o casamento.
2). Hebreus 13:4 – “Venerado (reverenciado, respeitado) seja entre todos o matrimonio (casamento) e o leito (do casal) sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará.” Logo o casamento é diferente de prostituição e de adultério. O casamento é “sem mácula.” A prostituição e o adultério merecem o julgamento de Deus! Ajuntar-se com uma prostituta é prostituição e NÃO casamento. Repito: o ato sexual no casamento é o mesmo praticado na prostituição. Deus APROVA um e condena o outro! Logo entendemos que o ato sexual não é casamento.
3). I Cor. 6:15-18 – “Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei pois os membros de Cristo, e fa-los-ei membros de uma meretriz? (É certo um crente ter relações com uma meretriz?) Não, por certo. (Por que não? Porque seria prostituição.) Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? (Isto é, fica cometendo o mesmo pecado que ela comete). Porque serão, disse, dois numa só carne. (Quer dizer, que ficam iguais. São igualmente prostitutos. Ele participa do mesmo pecado que ela vem praticando). Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espirito. FUGI DA PROSTITUIÇÃO. (Aqui é a razão desta passagem; evitar e não participar de relações ilícitas mas fugir delas). Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo (não envolve o corpo); mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” Seu próprio corpo pertence a sua esposa, como Paulo explica logo em seguida em I Cor. 7:4. Se ajuntar-se com a prostituta, está dividindo “os dois.” Está pecando contra a sua esposa. É como o caso de adultério: “Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela,” Marcos 10:11. Aqui é o homem que está pecando. Quem ajunta-se com uma meretriz participa com ela o seu pecado de prostituição. Neste sentido os dois estão juntos; igualmente errados mas não casados.
A mesma regra aplica-se a esposa que é infiel ao seu marido. Ela peca contra seu próprio corpo. Ela peca contra seu marido, seu casamento. É adúltera. “Se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera,” Marcos 10:12. Seria executada no tempo da lei, Ezeq. 16:38.
Paul explica em I Cor. 7:1-2 que o homem não deve praticar uma relação sexual ilícita (prostituição), mas deve ter “a sua própria mulher,” isto é, casar se. Se o ato sexual fosse o próprio casamento, este versículo não teria sentido nenhum.
4). I Cor 7:9 – “Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se.” Paulo está mandando os solteiros praticarem sexo antes do casamento? Não. Ele está reforçando a idéia no versículo 2, que o solteiro deve evitar fornicação através do próprio casamento! Deve casar-se e assumir a responsabilidade que vem com a família. Se o ato sexual fosse casamento, este versículo não teria sentido nenhum.
5). Gênesis 38 – Aqui é o caso de Judá que teve relações sexuais com sua nora, Tamar, que se fingiu de prostituta. Ficou grávida. Quando foi descoberto o caso, “deram aviso a Judá, dizendo: Tamar, tua nora, adulterou, e eis que está pejada do adultério.” Judá ficou bravo. Quis executá-la. Mas caiu em si quando ficou sabendo que ele era o pai! Judá não se casou com Tamar. “E nunca mais a conheceu,” versículo 26. Foi adultério; não casamento. No tempo da lei os dois seriam mortos. Lev. 20:12.
6). Deut. 22:23-27 – Leia cuidadosamente sobre dois casos de estupro. Inclui-se aqui o consentimento da mulher. Se ela não consentir, não tem culpa; não é executada. O estupro não estabelece uma relação permanente; não é casamento com o estuprador. Se nascer criança, a mãe cuida dela pois o estuprador é executado. Se ela consentir ou não pedir socorro, os dois são executados. Não há casamento.
7). Deut. 22:28-29 – No caso do homem que se deita com uma moça virgem não desposada, quando “forem apanhados, “dará dinheiro (o dote) ao pai dela “porquanto a humilhou,” e ela “lhe será por mulher.” Casam-se. Se o ato sexual fosse o próprio casamento, ela não precisaria casar com ele. Já seria casada. Aqui é um caso de sexo antes do casamento, que é uma vergonha, uma doidice, e o resultado deve ser casamento. O ato sexual não é o próprio casamento.
8). Êxodo 22:16-17 – Aqui é um caso de sexo antes do casamento. “Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, (não tem ficado noiva) e se deitar com ela, certamente a dotará por sua mulher. (Tem que casar com ela; o sexo não os fez casados). “Se seu pai inteiramente recusar dar-lha (em casamento, pois não são ainda casados!), dará dinheiro conforme ao dote das virgens.”
a. Logo podemos concluir que o sexo não é o casamento.
b. O sexo não estabeleceu uma relação permanente.
c. Sexo antes do casamento é errado.
9). Gênesis 34 – Leia o capitulo. É o caso de Diná, filha de Jacó.
a. É um caso de sexo antes do casamento. Ver. 2.
b. A moça foi contaminada. Ver. 5, 13, e 27.
c. O príncipe Siquem amou a moça depois do ato. Namorou-a.
d. Pediu ao pai dele para arranjar o casamento. Ver. 4.
e. Fazer sexo antes do casamento é doidice. Ver. 7.
f. “Não se devia fazer assim.” Ver. 7.
g. O pai do moço pediu o casamento. Ver. 8.
h. O moço também pediu. Ver. 11.
i. Ver. 12 é claro que quis casar-se com Diná.
j. O contrato foi feito: os heveus iam casar com os israelitas. Praticariam a circuncisão. Ver. 14-24. E fizeram.
k. Fazer sexo antes do casamento não é casamento!
O CASAMENTO CRIA UMA NOVA FAMÍLIA
Gênesis 2:24 e Mat. 19:5 ensinam que o homem deixa sua família e “apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne,” ou uma nova entidade, uma nova família. Não é certo o homem levar a sua esposa para a casa dos seus pais. Há exceções, mas a regra geral é esta. Ele agora é chefe de uma nova família. “Ambos serão uma carne” mostra que são “co-herdeiros da graça da vida,” I Pedro 3:7.
I Pedro 3:1, I Cor. 11:2 e Efés. 5:22-23 mostram que a mulher é sujeita ao próprio marido. Ela é sujeita só ao seu próprio marido e não ao sogro ou seu pai ou outro homem. Faz parte da formação de uma nova família.
I Pedro 3:7 e Efés. 5:25,28-31 ensinam que o homem deve amar sua mulher como seu próprio corpo; como Jesus ama a igreja. Deve viver com sua mulher com “entendimento, dando honra à mulher.” O corpo dela é dele; o corpo dele é dela. Os dois são um só. “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher (Porque casou-se com ela!) e serão dois numa carne. Assim também vós cada um em particular ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido,” Efés. 5:31. Eles são uma nova família.
CASAMENTO É PERMANENTE E EXIGE FIDELIDADE
Em todas as passagens bíblicas que tratam de casamento, a ênfase é da sua permanência. Na criação da família em Gênesis 2:23-24, Deus disse que “serão ambos uma carne.” Jesus citou este caso em Mat. 19:3-9, Marcos 10:2-12 e disse: “Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem.” Ninguém deve ser culpado de destruir a família, de separar um marido da sua esposa. O matrimonio deve ser mantido a todo custo. Casamento dura até a morte de um dos cônjuges. Romanos 7:1-4 ensina que a pessoa pode casar-se de novo se o outro morrer. Se ajuntar com o outro durante a vida do seu cônjuge, comete adultério. Estaria casado com dois duma vez (o que é errado), e destruiria a família. Também destruiria o argumento de Paulo sobre nossa morte para a lei pelo corpo de Cristo! Não estamos casados com a lei mas com Cristo. Cristo pôs fim à lei. Cravou-a na cruz. Não estamos debaixo dela. Ela morreu. Ficamos livres dela. Se a mulher casar-se com um outro homem enquanto seu marido está vivo, é adúltera. Destruiu o casamento. E “qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” Mateus 5:32. Por que? Porque ela é do primeiro. Igualmente, se o homem casar-se com uma outra mulher enquanto sua esposa vive, é um adúltero. “Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. E se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera.” Marcos 10:11-12. É fácil ver aqui que o que vale para um vale para o outro! De qualquer maneira a família seria desmanchada, desfeita, destruída.
Por esta razão, Jesus ensinou que a única razão de repudiar o outro cônjuge é fornicação. Se o homem repudiar a sua mulher por qualquer outra razão “a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério,” se ela casar com outro, e “qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” Mat. 5:32. Por que? Porque ela ainda pertence ao seu marido.
Paulo tratou deste assunto em I Cor. 7. Quando fala dos solteiros e viúvos, faz “por permissão e não por mandamento,” ver. 6. Ele fala segundo o seu “parecer,” tendo o Espírito Santo. “Quanto às virgens, não tenho mandamento do Senhor,” ver. 25. Mas quando fala dos casados, diz, “mando, não eu mas o Senhor,” ver. 10. Disse que “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas se falecer o seu marido. fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor,” ver. 39. Não há razão nenhuma para limitar este princípio à mulher. O homem está ligado a sua esposa todo o tempo que ela vive. Se ela morrer, ele está livre para casar-se de novo. Mas se casar-se durante a vida dela, está cometendo adultério. Tanto o marido como a esposa são “co-herdeiros da graça da vida.” Todas estas passagens ensinam a permanência do matrimonio, e que a única coisa que desfaz o casamento é a morte. No caso de um que se aparta do outro, Deus manda “que a mulher se não aparte do marido,” ver. 10. E “se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido,” ver. 11. Acha que este principio é somente para a mulher? Não, porque Paulo continua dizendo, “e que o marido não deixe (não abandone) a mulher.” Marcos 10:11-12 menciona tanto o marido como a esposa!
Lucas 16:18 também ensina que “Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido adultera também.” O homem deixa a sua mulher. Ela fica abandonada, sem sustento, sem abrigo, sem marido. Ele se casa com a outra. Comete adultério. A esposa dele casa-se de novo. O segundo homem dela comete adultério. Por que? Porque o marido dela está vivo. Perante Deus ela pertence ao primeiro marido. É claro que ela também comete adultério, se ajuntar ao outro, mas esta passagem fala do homem que se ajuntar com ela. Jesus disse que “aquele que casa com a repudiada” comete adultério. Esta é a mesma idéia que achamos em Mat. 5:32. Se o homem repudiar a sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério.” Se fosse por prostituição, ela já seria culpada de adultério! Mas se ele a repudiar por outra causa qualquer, ela acaba ajuntando-se com um outro. Isto é adultério. Assim o homem faz a sua mulher cometer adultério. E neste caso, o homem que ajuntar-se com ela (a repudiada) também comete adultério porque ela é casada.
Deus quer que a família continue unida. Ele detesta divórcio. Mal. 2:14-16. Não quer que ninguém fique “desleal para com a mulher da sua mocidade.”
Deus manda que ninguém se aparte do seu “co-herdeiro da graça da vida,” I Cor. 7:10-11. Se um abandonar o outro, como é que faz? “Fique sem casar, ou que se reconcilie..” Reconciliação é possível? Sim. Deus manda que seja feita! Leia cuidadosamente o capítulo inteiro de Ezequiel 16. Deus e Israel eram casados. Israel se tornou infiel, como uma meretriz pior que Samaria ou Sodoma. Foi abandonada por Deus, mas não permanentemente. Um dia Deus vai recebê-la de volta, arrependida. O mesmo Deus que escreveu Deut. 24 também tem graça e misericórdia maior que a LEI. (Cuidado com a lei! Vamos usar Deuteronômio hoje para todo o nosso comportamento? Se aceitamos uma parte e não tudo somos incoerentes, errados). Vamos apedrejar o estuprador, ou o adúltero?
O errado será perdoado somente se arrepender se. A mulher adúltera em João 8:1-11 estava errada. Merecia morrer. Jesus era inocente do pecado; podia acusá-la. Ele não pediu a sua morte. “Nem eu também te condeno: vai-te, e não peques mais.” Quando o errado, o infiel se arrepende e pede perdão, vamos aplicar a lei ou a graça? Vamos perdoar? E a pessoa errada: vai continuar no pecado? Não. Vai ser como o caso em I Cor. 5 e II Cor. 2. O homem cometeu fornicação. Como? Estava vivendo com a mulher de seu pai. Paulo manda que aquele “que tal ato praticou” seja excluído, tirado da igreja. Não podemos aprovar fornicação. Ver. 10 disse que não nos devemos associar com um irmão “devasso,” isto é, fornicário. A igreja excluiu o homem pela votação da maioria (não é necessária a unanimidade), e depois ele se arrependeu. Voltou à igreja arrependido, e Paulo manda que seja recebido, consolado, confirmado! Por que? Deixou a relação ilícita. Parou de morar com a mulher do seu pai. Temos que deixar bem claro que amamos o pecador mas aborrecemos o pecado. Através de arrependimento a reconciliação pode ser feita. “Para que te lembres, e te envergonhes, e nunca mais abras a tua boca, por causa da tua vergonha, quando me reconciliar contigo de tudo quanto fizeste, diz o Senhor JEOVÁ.” Ezequiel 16:63.

O Que é o casamento?
Casamento é a união corporal sexual entre homem e mulher, mesmo pecaminosa 1Cor. 6:16; Deuteronômio 22 : 28-29
De acordo com a Bíblia até mesmo a relação sexual com uma prostituta é uma forma de casamento, visto que o homem que se une a ela “faz-se um corpo com ela”.
É licito desde que não seja em jugo desigual (2Cor. 6:14-16); ou em parentesco próximo ou em desagrado de Deus (Deuteronômio 24: 1-4 por exemplo; Levitico.18).
1 – a) um solteiro com uma solteira: Caso de Adão e Eva.
2 – a) a um viúvo com viúva;
b) a um viúvo com uma solteira;
c) a uma viúva com um solteiro. 1Cor. 7:39
3 – No meu parecer, a um homem que perdeu a esposa por causa de adultério dela – com outra mulher solteira ou viúva – Mateus 19:9.
Comentários
Se, perante Deus e conforme a Bíblia, casamento é a união sexual entre homem e mulher, segue-se que não é casamento a rigor:
1 – Convivência sem relações sexuais. Esta poderá ser em certos casos, pecaminosa, inconveniente, ainda que casamento não seja. É licita a separação antes da primeira relação sexual ao menos perante Deus, mesmo aos que registrarem contrato, movidos por força maior, como seja para evitar casamento em jugo desigual ou inconveniente perante Deus.
2 – O mero registro civil em cartório. Por que em cartório se casaram Adão e Eva? Cartório não casa, nem dá a luz uma criança; só registra o contrato nupcial ou o nascimento de filhos.
3 – A mera cerimônia religiosa que anuncia o casamento. Igreja não casa. Não é essa sua missão. Não se encontra, a meu ver, na Bíblia, exemplo de Igreja envolver-se em atos de casamento. Parece-me que Jesus e seus discípulos foram individualmente, não em caráter de Igreja, convidados a assistir a bodas, em casa particular, não em templo – João2 1-2.
4 – Não é casamento, mas fornicação (muito pecaminosa) a “união” homossexual – Romanos1: 24-27.
É casamento, embora ilegal, ilícito, não geralmente reconhecido pela sociedade, a união sexual de um homem, solteiro ou casado, com uma meretriz. E, por se fazerem um só corpo, fica tal homem no dever, perante Deus, de assumir a responsabilidade de manter a mesma como esposa enquanto ela lhe permanecer fiel, não se entregando a outro homem – 1Cor.6:16
E por serem perante Deus “um corpo”, não deveriam nunca separar-se: “O que Deus ajuntou (explico eu, considera união em uma carne) não o separe o homem”. Não se diz: os que Deus ajuntou, pois Deus não autorizaria tal união pecaminosa de um homem com uma meretriz. Mas “o que ajuntou”, aquilo que considera unido numa carne, num corpo, pela iniciativa dos dois por adultério, não o separe, desuna o homem, quebrando os laços familiares já constituídos – Mateus 19:6.
E se tal homem for previamente casado e possui a esposa anterior a meretriz, deverá arcar com a responsabilidade de manter as suas esposas, sejam quantas lhe forem fiéis, como fizeram os patriarcas Abrão, Jacob e outros em Israel.
Tal poligamia, embora não recomendada, nem aprovada como justa por Deus, ainda fora tolerada como o menor dos males. Pois mal maior seria o homem cometer a injustiça de manter só uma das esposas, desprezando as outras como se faz modernamente.
Suponhamos que da união de um homem com uma meretriz nascesse um filho. Seria justo quebrar-se tal família, deixando a criança ou sem pai, ou sem mãe?
Mas se a prostituta aceitar, depois dessa ultima relação sexual outro cônjuge, então ela terá quebrado a sua ultima família, tendo o dever de ficar sujeita ao ultimo marido, sem direito de voltar ao penúltimo ou aos anteriores – Deuteronômio24: 1-4.
Pois nem que ficasse viúva do ultimo lhe seria licito retornar para unir-se ao marido anterior, pois tal seria “abominação perante Deus” Deuteronomio24: 1-4.
União sexual é casamento e família, tanto como a de Adão e Eva. Os filhos de tal união fazem parte da família e tem direito aos pais. Estes têm deveres para com os filhos. Não existem sexualmente amigados, mas casados. Nem mãe solteira, mas casada ou viúva, ainda que separada do esposo. Diante de Deus ela tem o dever de submeter-se ao marido e este o dever de recebê-la como esposa enquanto lhe for fiel, não aceitando ligação conjugal a outro homem.
Cristo mandou “que a mulher se não aparte do marido, se porem se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido” (mesmo que este tenha outras esposas, como Abrão e Jacob tiveram mais de uma e todas se sujeitavam ao cabeça do lar). “E que o marido não deixe a mulher” 1Cor.7:10-11.
É claro, penso eu, que só não deve deixá-la enquanto for sua mulher e não de outro homem, não pertencera mais ao anterior, nem devera voltar a este, a julgar pelo que se diz em Deuteronômio 24:1-4. Assim sendo, deveria ficar fiel ao ultimo marido e não voltar ao anterior nem pecar de outra maneira em novo adultério, passando a novo esposo: “Vai-te e não peque mais” João 8:11.
E o marido anterior, penso eu, teria direito de tomar outra esposa, pois não rejeitou a que adulterou contra ele, foi rejeitado por ela ao se ligar ela a outro homem. E alem de rejeitado, desligado estaria dela, sem direito de se religar sexualmente a ela, de acordo com Deuteronômio 24: 1-4.
Por esse motivo penso que não se encontrara tal marido (rejeitado por mulher que adulterou contra ele) no pecado de adultério anunciado em Mateus19: 9 e Marcos10:11, se casar-se com outra. Pois não mais tem direito a mulher que o deixou, depois que foi contaminada por adultério – Deuteronomio24: 1-4.
Pode parecer por Marcos10: 11 que tal marido repudiado cometa adultério se casar-se com outra mulher. Mas ao exame cuidadoso das palavras, tal marido só cometeria (penso eu) adultério se ele deixasse (rejeitasse) a sua esposa. Mas em cometendo ela adultério, não seria ele a deixá-la, mas ela a deixá-lo de lado.
Por Mateus 19:9, penso que se casando com outra mulher, não comete adultério o homem se é desligado da esposa por fornicação dela, ou seja, adultério dela. Submetendo-se que ao ocorrer o adultério dela, é ela que repudia o prévio esposo, pois não tem ela o direito de retornar a união corporal com o primeiro marido, nem este o de recebê-la como esposa – Deuteronomio24: 1-4.
Então me parece que nem no caso de Mateus5: 32; 19:9 nem de Marcos10: 11 o homem rejeitado mediante adultério da esposa, cometeria o pecado de adultério contra ela em casar-se com outra. Pois se proíbe tal segundo casamento ao homem que deixar sua mulher, esposa que só a ele pertença.
Ora, se esta adulterar, deixará de pertencer ao marido que abandonou. E este não terá rejeitado sua mulher em casar-se com outra, visto que a anterior não é mais sua mulher mas do ultimo marido dela.
Porque é que Cristo somente diz em relação a mulher (e não a homem) que se for vitima de rejeição não devera casar-se? Dando a entender que a esposa rejeitada em se casar de novo com outro homem adulteraria contra o marido que a repudiou? (Mat. 19:9; Marc. 10:12). Acredito que é porque mesmo repudiada, diante de Deus ela ainda pertence ao marido que a rejeitou e esta em condições de ser aceita por ele em reconciliação, se não se ligar ela a outro marido. (1Cor7: 11).
E se for o homem objeto de repudio, incidira em adultério em se casar com outra mulher? Penso que nem sempre. Pois já dei meu parecer que se ele foi rejeitado, devido a união de sua esposa a outro marido, tem direito de tomar outra esposa (Mat 5:32; 19:9). Creio que provavelmente não cometeria adultério contra a que o abandonou, pois ela não é mais dele – Deuteronômio 24:1-4.
Mas se ela apenas se separar dele, ou rejeitando-o ou sendo rejeitada, se ficar sem novo casamento ainda pertence a ele, é um só corpo com ele perante Deus, e tem direito de manter-se ligada a ele como seu cônjuge (1Cor7: 11). A família persiste. Mesmo que tal esposo se ligue a outra mulher, a esposa anterior ainda lhe pertence.
Mas se assim pensamos, não estaremos admitindo princípios diferentes para a mulher e para o homem?
Sim. Mas creio que a Bíblia apresenta princípios diferentes para o homem e a mulher, pois eles diferem um ser do outro, tem missões diferentes, diferentes responsabilidades. Nem por esse motivo a mulher é inferior ao homem. Nem há injustiça na desigualdade.
Deus tolerou (não aprovou, nem recomendou) que um homem mantivesse ao mesmo tempo mais de uma esposa, mas jamais admitiu que uma mulher tivesse a um tempo mais de um marido.
Por que seria assim?
A missão do homem, por criação é a de governar; a da mulher a de complementá-lo como quem ajuda o cabeça da família (Gênesis 2:18; 1Cor. 11:3; 1Timóteo2:12-13).
É possível (embora não seja o ideal) a um homem governar varias esposas. É impraticável a uma mulher viver continuamente sujeita a dois senhores: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro” – disse Jesus (Mat.6:24).
Também Deus não permitiu que contaminada por adultério, uma mulher retornasse a comunhão conjugal com o marido anterior, ainda que como viúva de seu ultimo cônjuge (Deut. 24:1-4).
A conversão ou regeneração dum cônjuge não altera sua situação familiar. Assim sendo, se o marido se converter e a esposa continuar incrédula, nem por esse motivo devera o esposo rejeita-la: “Fique cada um no estado em que foi chamado” – 1Cor7: 12-20. Jesus, neste planeta, não deixara este ensino, mas Paulo o acrescentou por inspiração divina.
“É melhor casar-se do que abrasar-se” – também esta escrito. Mas tal principio só se aplica a pessoas solteiras e pessoas viúvas – 1Cor. 7:9. Princípios mais altos descolam princípios menores. Mais importante é evitar adultério, destruindo famílias; evitar inicio de vida matrimonial em casamento misto, sob jugo desigual.
E em caso de estupro, se formaria um só corpo?
Penso, isso constituiria uma forma, ainda que indigna, de casamento, tal união realizada brutalmente, cruelmente, pela força resultaria numa família. Se de tal união maligna nascer uma criança, não será ela membro da família? Não teria pai? Não teria mãe? Não seria mal maior a destruição de tal família, deixando abandonada a mulher sem seu marido, o filho ou filha sem pai ou sem mãe, em abandono no mundo mau?
Logo, concluo que Deus não permite as seguintes situações:
1) Divorcio ou separação de cônjuges, a não ser, penso eu, em caso de fornicação (pecado sexual de infidelidade da mulher) – 1Cor7: 10-11; Mat.19:. Pois tal mulher não deverá retornar ao marido contra quem adulterou (Deut. 24:1-4).
2) Novo casamento da mulher separada do ultimo marido, a não ser, penso eu, que este morra (1Cor7: 10-11). Admito que viúva possa casar-se (1Cor7: 11-39).
3) Casamento misto, isto é, entre cristão genuíno e incrédula ou entre cristã e incrédulo. Pois tal união constituiria associação em “jugo desigual” (jugo do crente a Deus, jugo do incrédulo a Satanás) – 2Cor. 6:14-18.
As leis de uma nação poderão permitir situações pecaminosas, mas não com consentimento de Deus.
Quem queira de fato obedecer a vontade preferencial de Deus, evite tais pecados. E será bem-aventurado, feliz, se colocar sua alegria no Senhor e em suas valiosas e eternas bênçãos – “Regozijai-vos sempre no Senhor. Outra vez digo: Regozijai-vos” – Filipenses 4:4.
Casamento
É casamento a união sexual entre homem e mulher. Até união imoral ou ilícita ou condenável ou pecaminosa constitui forma indesejável, abominável de casamento. “Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela”. Conforme lemos na Bíblia (em Marcos10: 11) o adultério é, portanto, uma forma, embora pecaminosa, de casamento: casamento mau, iníquo. Se casamento por meio de adultério já é pecado, desfazer a união dos mal casados, constituídos num só corpo, seria um pecado a mais. Dos males fique-se com o menor. Conserve-se a família mesmo mal formada em lugar de destruí-la. “Não são mais dois, mas uma só carne; Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus19: 5 e 6; 1Cor6: 16).
Parece que Deus prefere não destruir famílias ainda que mal formadas. Os 12 filhos de Israel que formaram a Nação eleita de Deus são filhos de 4 esposas de Jacob. Isso não significa que Deus tivesse aprovado a poligamia. Salomão é filho do rei David com aquela com quem cometeu adultério, Betsabá: filho ilegítimo, bastardo, mas ainda filho em algum sentido.
O caso das bem intencionadas reparações promovidas por Esdras merece consideração.
Se fossemos atualmente seguir o exemplo de Esdras, que achou por bem reparar o mal cometido pelo povo de Israel de casamentos com mulheres estrangeiras, promovendo a separação de casais, sim se fossemos hoje imitar tais separações iríamos contra o que a Bíblia estabelece em 1Cor7: 12: “Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe”. Este ensino não fora dado por Jesus quanto andava na terra, mas nos chega através de Paulo, certamente por inspiração divina, para completar ou esclarecer a doutrina dada por Jesus: “… que a mulher não aparte do marido” (1Cor7: 10).
Não vejo evidencia Bíblica de que Deus tenha ordenado a Esdras ou a Seconias que promovesse tal tipo de reparação que destruiu famílias constituídas. A Bíblia registrou o que acontecera naquela época do passado. Esdras agiu de boa intenção, crendo que fazia a vontade de Deus. Mas naquela época ele não conhecia as doutrinas mais elevadas da dispensação da graça.
É certo que um casamento ideal seria o que reunisse todas as qualificações e condições seguintes:
1- Casamento conforme a vontade preferencial de Deus;
2- entre cristãos genuínos;
3- sob o apoio das famílias envolvidas;
4- sob a oração de uma igreja verdadeira;
5- com cumprimento das leis civis (registro em cartório, etc.);
6- baseado em amor puro e em sabedoria;
7- entre pessoas a quem seria licito casar.
Mas se a união conjugal se operar sem uma ou todas as condições citadas, deixara de constituir casamento?
Deixara de formar família?
Os filhos que gerar deixarão de ser filhos?
Os pais deixarão de ser pais?
Se assim fosse, quantos casamentos teríamos na sociedade moderna e corrupta em que vivemos? Quantas famílias seriam contadas?
O mal de não se considerarem casados, mas solteiros ou apenas amigados, os que unem seus corpos pecaminosamente é de conseqüências funestas: concorre para incentivar e multiplicar adultérios.
O homem que vive conjugalmente com uma mulher, sem registro legal da união estará sujeito a tentação de considerar-se solteiro; e em condições de casar com outra mulher, e até legalmente abandonando a primeira.
Pode ser que tal mulher abandonada passe a considerar-se não casada e em condições de ligar-se a outro marido. Se houver filhos com quem ficarão?
E se tais pessoas não se acreditarem casadas por não ter ocorrido registro civil de casamento de suas uniões, novos adultérios se poderão facilmente suceder, com novas famílias a se formarem e velhas famílias a serem destruídas.
Se a mulher abandonada cumprisse o ensino bíblico de 1Cor.7: 11, ficando sem casar, reconhecendo que esta casada de fato (ainda que não juridicamente) com o marido que a rejeitou, com direito de reconciliar-se com ele, pois pertence a ele não seria melhor?
Eis uma das razões por que Deus em Sua sabedoria ordena que a mulher rejeitada fique sem casar. Pois se aceitar outro marido, ficara sem direito de retornar a seu anterior esposo em reconciliação conjugal (Deuteronomio24:1, 4). E cometera adultério tanto ela quanto o que casar com a repudiada (Mateus19: 9). Quem se casar com ela cometera adultério contra seu primeiro marido ao qual ela mesmo rejeitada pertence por direito, com possibilidade de a ele retornar. E conviria que ela permanecesse sem casar a espera de que ele se arrependesse de rejeita-la e a aceitasse de volta, salvando a família de permanente destruição.
Creio que Deus prefere não destruir mas construir famílias. Ele instituiu a família. E é de seu plano multiplica-las (Gênesis1: 28).
Parece preferível que permaneça uma união já concretizada, ainda que mal feita, pecaminosamente, a desfaze-la, o que seria mal maior. Se é forçoso escolher um entre dois males, que se escolha o mal menor e rejeite o mal maior. Se o casamento foi pecaminoso, por meio de adultério, é preferível que permaneça, mormente se resultarem filhos. Pois desfazer tal união seria mal maior, deixaria filhos inocentes desamparados de pai e mãe; e favoreceria outras uniões pecaminosas.
O que tem acontecido na atualidade é que quando um homem comete adultério, sendo já casado e tomando para si outra mulher, a primeira frequentemente rejeita o marido, quando deveria permanecer fiel a ele. Melhor não seria que o marido assumisse a responsabilidade de sustentar nesse caso as suas duas mulheres, com os filhos que ambas tivessem dele? Seria de fato uma poligamia que nunca deveria ter se realizado, pois é pecaminosa. Deus fez uma só Eva para um só Adão. Mas uma vez realizado o mal, não serial mal maior sacrificar uma das esposas (e seus filhos se os adquiriu), lançando fora?
O rei Davi não jogou fora Betsaba e seu filho Salomão, e nesse ponto se livrou de cometer mais uma injustiça.
Por que permitiu Deus que a escrava Agar e seu filho Ismael fosse retirados do convívio familiar (Genesis21: 6-13). Quem sabe se houve nesse caso motivos de força maior, proteger Isaac de perseguição, salvar-lhe a herança (Galatas4:29 -30).
Mas não prece que fosse essa a regra, mas uma exceção. A iniciativa foi de Sara, e Deus permitiu que a vontade dela prevalecesse. Mas Jacó não despediu nenhuma de suas quatro mulheres, Deus permitiu certos outros divórcios por causa da dureza dos corações (Mateus19: 8). Permitiu-os como o menor dos males, assim como permitiu vinganças nos tempos do Velho Testamento.
Mas que houvesse justiça em tais vinganças: justas proporções – olho por olho, dente por dente (Mateus5: 38-41). Mas na era da graça ensino mais alto se deu: “Não vos vingueis a vós mesmos…”(Romanos12: 19).
E no regime ou dispensação da graça Jesus combateu o divorcio, a não ser talvez em casos de força maior (adultério ou fornicação da mulher) Mateus19: 9. Condenou divorcio mesmo em casos de dureza de corações. Prefere salvar famílias: não destruí-las (1Cor7: 10-14,16): “O ladrão não vem senão roubar, a matar e a destruir; Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundancia” (João10: 10).
Se os jovens adúlteros desta época moderna, tentados a praticarem o chamado sexo livre, se compenetrassem de que cada união sexual com nova mulher que cometessem implicaria em casamento (uma só carne), laços de mutua responsabilidade conjugal que não se devem extinguir, provavelmente pensariam duas vezes antes de cometer fornicação. Não formariam um corpo com prostituta. Pois teriam que assumir a responsabilidade de manter a união. Pois se não são mais dois mas uma só carne, o que Deus ajuntou não o separe o homem (Mateus19: 6 e 1 Cor6: 16)
Se um homem toma sexualmente a esposa de outro, deve assumir responsabilidade como o marido atual dela e pais dos filhos que dela tiver. E de acordo com Deuteronomio24:1-4 tal mulher não devera voltar ao que foi seu marido anterior, contaminada por adultério. Isso é abominação perante Deus. E por ser abominação se estabeleceu a lei citada. É verdade que não estamos hoje como cristãos, sob o regime da lei, em posição de escravos. Somos filhos, livres. Mas não devemos usar da liberdade para dar ocasião a carne. Mas servir uns aos outros na motivação mais alta que a legal, na motivação do amor (Galatas4: 5, 7: 5:1, 6, 13).
Não estamos os cristãos sob os dez mandamentos como leis, com suas penalidades. Mas os princípios morais que fundamentaram as leis permanecem no regime da graça e da liberdade. Matar, adulterar, furtar, desonrar pai e mãe continuam a constituir pecados. E o que era abominável a Deus continua a sê-lo, mesmo sob o regime da liberdade. Não mataria um inimigo, não por estar sob proibição legal, mas por irradiar amor, fruto do Espírito Santo (Galatas5: 18,22).
As leis do país podem permitir divorcio em certos casos, mas nem sempre com a aprovação de Deus. Também nem Deus nem as leis nacionais aprovam promoção de poligamia. Entretanto quantos homens hodiernamente praticam poligamia disfarçada? Pois possuem varias mulheres, uma dentro de casa, as outras fora, com os filhos delas. A poligamia entre os hebreus era menos iníqua, embora injusta também. Pelo menos o esposo assumia responsabilidade para com suas mulheres e filhos, cuidando deles dentro de sua casa, em nível de respeito familiar. A sociedade moderna, ao menos no mundo ocidental, não aceita tal situação. Contudo não impede poligamia. Apenas quer impedir que apareça. E oculta-la não é facilitar o aumento de incidência dela? Se o pecado pode ficar oculto é mais fácil comete-lo. Mas nada há encoberto que não venha a luz, declarou Jesus.
Como reparar então o dano já realizado? É melhor evita-lo que repara-lo. Para evitar tais pecados com suas conseqüências só se façam casamentos dentro da aprovação de Deus.
Para consertar, sigamos os princípios bíblicos.
Se estas ligado a cônjuge, mesmo sob sugo desigual, não te desligues (1Cor7: 10).
Esta a mulher separada do marido? Fique sem casar. Ou se reconcilie com o marido (ainda que ele tenha outras mulheres) 1Cor7: 11.
Esta a mulher mal casada? Seja fiel ao esposo, sofra a carga, ao menos por amor a Deus, que não se agrada com separações dos que constituem uma só carne (Mateus19: 6).
Que o homem casar? Não cometa adultério. Não toque em mulher que tenha marido, ainda que separada dele. Pois ainda tem ela direito a ele. Quem sabe se virão reconciliar-se? Ainda que não se reconciliem, não se cometa o adultério (pecado contra um cônjuge é ofensa a Deus).
O que se casar com repudiada de marido também comete adultério tanto quanto ela (Mateus19: 9).
Quer o homem ou a mulher casar? Não o faça senão com pessoa virgem ou viúva, e quando permitido por Deus (Ver folha 1).
A Bíblia é clara e taxativa: “Todavia aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porem, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido”. (1Cor7: 10).
“Que fique sem casar foi dito a mulher. Penso que não ao homem. Porque seria? Porque se a separação se der por causa de fornicação da mulher, o marido não cometera necessariamente adultério se casar com outra mulher, segundo o meu parecer e minha interpretação de Mateus19: 9. Mas não sou dogmático nesse ponto. Há quem pense que tudo quanto se ordena ao homem nessa matéria, ou à mulher, cabe aos dois. Penso que o homem é de situação diferente a da mulher. Não há jeito de ter uma mulher sobre si duas cabeças, dois esposos. Pois “ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro”. (Mateus6: 24).
Embora não deixe de ser pecaminoso o ingresso numa situação de poligamia, em que uma cabeça masculina governe duas ou mais mulheres, ainda existiria, no caso, certa possibilidade de um mesmo governante dirigir varias mulheres, todas sujeitando-se a ele.
Em um resumo ao que já foi exposto, proporemos algumas soluções a freqüentes problemas de natureza sexual:
1 – A mulher casada é rejeitada pelo marido.
Fiquem os dois sem casar com outra pessoa. Ou melhor, reconciliem-se (1Cor7: 11).
2 – A mulher rejeita o marido e fica solitária.
Solução: A mesma anterior.
3 – A mulher rejeita o marido e se liga sexualmente a outro homem.
Fique ela fiel ao ultimo marido. Não deverá voltar aquele do qual se separou (Deuteronomio24: 1,4)
Em razão do adultério de sua mulher, o primeiro esposo, poderá sem cometer adultério, casar com outra mulher, é minha opinião, sem dogmatizar (Mateus19: 9).
4 – O homem casado se liga sexualmente a outra mulher. Peca por adultério contra a primeira.
Solução que me parece mais justa, embora não aceita no mundo ocidental por muita gente: Assuma ele a responsabilidade de manter-se unido a suas mulheres, sustentando-as com os filhos que tiverem. E fiquem elas sujeitas ao cabeça da casa.
(Caso dos patriarcas Hebreus citados).
5 – O homem casado se une sexualmente a outra mulher e rejeita a primeira.
Fique a mulher sem casar ou se reconcilie com seu esposo se ele aceitar de volta (1Cor7: 11 e Mateus19: 9). Do contrario o que se casar com a repudiada cometera adultério, assim como ela também. E cuide o marido das mulheres que tomou e dos filhos que tiverem, como os patriarcas citados de Israel.
6 – O homem solteiro se liga sexualmente a uma mulher solteira.
Regularizem sua situação perante as leis civis, registrando em cartório seu casamento ainda que mal feito (seja casamento misto de crente com cônjuge incrédulo: seja casamento contrario a forma ideal citada anteriormente (Deuteronomio22: 28, 29). Pois se não são mais dois, mas uma só carne, o que Deus ajuntou não o separe o homem (Mateus19: 6). Aquilo que Deus ajuntou (não aqueles; não o separe o homem. Deus não ajunta um homem a uma meretriz. Mas considera tal união consumada com o uma só carne. (1Cor6: 16).
7 – A mulher é estuprada por homem solteiro ou casado, sendo ela ou solteira ou casada.
Nesse problema difícil, frente a tão grande maldade de um homem, não é fácil justa reparação. Aqui deixo meu parecer, sem ser dogmático. O que se fazia em Israel variava conforme pudesse ou não a mulher pedir socorro, e conforme estivesse ou não em contrato de casamento (Deuteronomio22: 23, 27).
Em referencia a virgem não desposada, teria o homem, que a humilhou, mantê-la como sua mulher (Deuteronomio22: 28, 29). Neste ultimo caso, como já não estamos no Brasil no regime de pena de morte, que se deve fazer? Penso que a solução seria ele arrepender-se, pedir perdão a Deus e a ela, e assumir a responsabilidade de esposo para com ela. E julgo que seria melhor que ela passasse a sujeitar-se a ele em espírito de perdão e amor.
Se ela já era casada, penso que deva conservar-se ligada ao ultimo que se relacionou sexualmente com ela. Pois retornar a seu primeiro cônjuge não me parece certo, após ter sido contaminada, a luz do que entendo por Deuteronomio24: 1,4.
Penso que caiba aqui o principio mencionado em 1Cor7: 24, 27: “…cada um fique diante de Deus no estado em que foi chamado; estas ligado a mulher? Não busque separar-te”.
8 – São noivos?
Não se comprometam a casar. O noivado deve ser um estudo mutuo, para que se conheçam espiritualmente melhor, a fim de saberem se convêm ou não o casamento. O Cristão deverá procurar saber se a pessoa com quem examina a conveniência de um casamento é em realidade de Cristo. Que o noivado transcorra com muito respeito mutuo. Não sob paixão desenfreada. Um não tem direito de tocar no outro. Que o cumprimento seja o único toque de mãos, fugaz. Nada de beijos, abraços, mãos dadas, intimamente corporal que só cabe a casados (1Tim5: 12; 1Cor7: 1,3-5).
Que no espírito de amor espiritual, puro, desinteresseiro, altruísta, e oração, busquem descobrir e seguir a vontade preferencial de Deus quanto a decisão final a tomarem.
Ainda sobre o assunto do casamento e separação dos cônjuges, examinemos o que se declara em 1Cor7: 10-16: “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido; se , porem, se apartar, que fique sem casar, ou se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. Mas aos outros digo eu, não o Senhor. Se algum irmão tem mulher incrédula, e ela consente em habitar com ele, não se separe dela. E se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com ela, não se separe dele. Porque o marido incrédulo é santificado pela mulher, e a mulher incrédula é santificada pelo marido crente; de outro modo, os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. Mas, se o incrédulo se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou a irmã, não esta sujeito a servidão; mas Deus chamou-nos para a Paz. Pois, como sabes tu, ó mulher, se salvaras teu marido? Ou, como sabes tu, ó marido, se salvaras tua mulher?”.
Jesus ensinou, quando andou neste mundo que a mulher não deve apartar-se do marido? Não apenas ensinou, mas mandou que ela não promovesse a separação. Mas se vier a separar-se, que não se case, ou se reconcilie com o marido. Se ela não se ligar sexualmente a outro homem ela poderá consertar sua família voltando aquele que ainda lhe pertence como parte que ainda continua como uma só carne dele. Se, porem ela se ligar a outro homem cometera adultério contra seu marido de direito, e este não poderá mais reavê-la como sua esposa, de acordo com o principio contido em Deuteronomio24: 1-4. Ela terá que ficar com o ultimo marido. O primeiro a meu ver, só neste caso, ou se ficar viúvo dessa mulher que perdeu, não cometeria adultério contra ela se casasse com outra. E o que casou com a mulher rejeitada cometeu adultério contra o marido dela, o qual mesmo separado tem direito a ela e a reconciliação com ela.
Mas Paulo acrescentou um principio também divino, que Jesus não tinha esclarecido enquanto andou na terra: “Se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com ela, não se separe dele. Mas se o incrédulo se apartar, aparte-se , porque neste caso a irmã não esta sujeita a servidão” (versículo 13 e 15). Alguns concluem erradamente que se ela na esta sujeita a servidão, esta livre para casar com outro homem. Quem pensa assim se esquece de que Cristo mandou que a mulher não se separasse do marido e que se separasse que ficasse sem casar ou que se reconciliasse com o marido. E adultério, pois a repudiada ainda tem direito de voltar a sua própria carne, seu marido (mesmo que ele passe a ter mais de uma mulher). Logo, ela ao perder o marido que dela se apartou não estará sob servidão a ele, não estará sob obrigação de esposa, isto é, obrigação de servi-lo sexualmente ou a cuidar de alimenta-lo, a cuidar da roupa dele, pois tendo ele se apartado, fica ele livre de obrigação de servi-lo, mas não livre para casar com outro homem enquanto tiver marido vivo ao qual, quem o sabe, poderá voltar em reconciliação, se ele concordar.
Entretanto, se a mulher incrédula se separar, o marido que fica livre de servidão, fica livre para casar com outra? Somente se perder a mulher para sempre, ligando-se ela a outro marido, ou morrendo. Mas se ela ficar sem casar, ele não poderá casar com outra. Pois cometeria adultério contra ela, que ainda é sua carne, podendo haver reconciliação se ambos quiserem fazer a vontade preferida de Deus.
Princípios básicos para o estudo relativo a relações sexuais:
1. Deus odeia o Repudio – Mal2: 16
2. Aquilo que Deus ajuntou não O separe O homem, Mat19: 6.
3. O homem que se ajunta sexualmente a uma mulher constitui perante Deus um só corpo, uma só carne. 1Cor6: 16 e Mat19: 5-6.
4. Se a mulher se separar que fique sem casar, ou se reconcilie com seu marido 1Cor7: 10-11
5. Não prender-se a jugo desigual com infiéis (casamento misto) 1Cor6: 14-18
6. É abominação perante Deus mulher contaminada por adultério ligar-se sexualmente a marido anterior. Deut24: 1-4
7. Deus prefere construir, ao invés de destruir famílias (Jacó e suas esposas).
8. O homem é a cabeça da mulher e de sua família. 1Cor11: 1-3; Efesios5: 22.
9. Deus não aprova, mas tolera, que um homem governe mais de uma esposa (Caso dos Patriarcas, de David e outros).
10. Deus não admite que uma mulher se sujeite a mais de um marido contemporaneamente. Mat6: 24
11. Servir a Deus e ao próximo por amor, até aos INIMIGOS. Mat5: 44-48.

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