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O que é O Pecado Original

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O pecado original não é um assunto que é proeminente na teologia moderna, pois é contrário a grande parte das modernas crenças arrogantes, e conseqüentemente, nenhum pregador oportunista ousará apresentá-lo à congregação em que ele serve, a fim de não ofender as sensibilidades mais delicadas de um membro. Contudo, tem sido uma das doutrinas mais fundamentais e importantes das Escrituras, pois é o alicerce de muitas outras. Se não existe o pecado original, o homem não herdou natureza pecadora nenhuma, não há necessidade nenhuma de redenção do pecado e não há necessidade de um Cristo crucificado. Também as igrejas não têm nenhum trabalho para fazer, e tornaram inúteis muitas convicções e práticas cristãs. Mas as Escrituras não deixam espaço algum para alguém negar essa doutrina grande que é muito importante, pois uma das primeiras revelações é com relação ao pecado original, e todas as Escrituras presumem a verdade desse conceito, e, aliás, se baseia nele. Len G. Broughton diz:
Não podemos dar ênfase demais ao fato de que a raça de Adão, desde a queda do homem, está sob a maldição e pena do pecado. Todo homem que não é cristão está hoje sob esta maldição e pena do pecado. Não precisamos a prova Bíblica para afirmar que o homem é um ser depravado. A história da raça comprova isso. Nossa experiência comprova isso. Não há homem algum no mundo que não saiba que as inclinações do homem natural são para o mal. É uma luta andar em direção contrária. A tendência natural é para com aquilo que é mau. Isso se aplica a toda a raça humana em todas as partes. — Salvation And The Old Theology (Salvação e a Velha Teologia), p. 50. Hodder And Stoughton Publishers, London, sem data.
O livro de Gênesis é, como indica seu título, um livro de “começos”, e apresenta no terceiro capítulo o início do pecado na raça humana; aqui encontramos o “pecado original”, e o grande caos que o primeiro pecado do homem operou. Muitos agora negam o valor histórico do livro de Gênesis, e afirmam que nada mais é do que um coleção de mitos, que têm como propósito ensinar, em forma de parábolas, alguma verdade, mas que não se pode aceitar literalmente. Observar-se-á de modo especial (assim esperamos) que os que negam a verdade literal de Gênesis são quase sem exceção também aqueles que negam a doutrina do pecado original. Isso é natural, pois os dois grupos ou estabelecem-se ou caem juntos, e negar a verdade do primeiro livro da Bíblia é simplesmente o esforço do homem para se livrar do problema do pecado original. Se não há nenhum pecado original, então o homem não é uma criatura caída e depravada, ele não está perdido e destinado ao inferno, e conseqüentemente não precisa de um Salvador. Essa é a própria alegação que os evolucionistas fazem, pois dizem que o homem se desenvolveu durante milhões de anos a partir de uma criatura do lodo, que ainda retém boa parte da natureza animal. Portanto, o homem não tem de prestar contas a ninguém por agir como um animal. Mas quando as pessoas são ensinadas que são animais como desculpa para sua natureza pecaminosa, elas continuarão a agir como animais. Os evolucionistas estão dispostos a provar que venham de macacos a fim de se livrarem do problema de sua pecaminosidade como também a sua responsabilidade diante de Deus. Romanos 1 mostra que as ações bestiais do homem são resultado primário da sua rejeição da verdade de Deus.
Mas negar a verdade histórica do livro de Gênesis de forma alguma afeta a verdade; só cega o homem à essa verdade, e assim deixa-o em situação pior, pois ao negar o diagnóstico divino de sua situação, também se isola do remédio divino. Assim, longe de o livro de Gênesis ser de valor minimizado, como sustentam muitos, é um livro de começos, e portanto é fundamental para entendermos o restante das Escrituras. Além disso, Gênesis é necessário não só para o homem entender de modo adequado o resto da Bíblia, mas também para entender de modo certo a si mesmo. O terceiro capítulo de Gênesis explica a causa e conseqüência das ações do homem na Bíblia, e na história. O homem não tem como compreender a causa das suas tendências pecaminosas que ele tão evidente tem, exceto por essa revelação da queda do homem, e sua natureza depravada conseqüente. Os psiquiatras não-cristãos há muito tentam explicar as ações do homem sem levar em conta a natureza caída e totalmente depravada humana, e sempre fracassam de modo notável, e em muitos casos apenas fornecem desculpas do pecado e confirmam a sua condenação eterna com a sua “ajuda” profissional. Pode-se atribuir grande parte do atual caos e maldade diretamente aos ensinos corruptos de psiquiatras, e não é nossa intenção fazer uma condenação geral a todos os psiquiatras, pois existem os que são cristãos, e ensinam uma psiquiatria com base Bíblica. Mas a maioria das pessoas não percebe que a psiquiatria (do grego psyche — alma, e iatreia — cura) é o tratamento da alma, e o primeiro passo nisso necessita a resgatar a alma de sua condição caída e morta. Faltando isso, a psiquiatria trabalha de forma invertida, e jamais conseguirá realizar bons resultados duradouros.

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