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Sinais Dos Tempos

“de mil passará, mais dois mil não chegará”. Certo? Errado. Isto não está escrito na Bíblia, muito embora muita gente faça a citação como sendo bíblica.
Vejamos o que diz em Mateus cap. 24
1. Ora, Jesus, tendo saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos, para lhe mostrarem os edifícios do templo.
2. Mas ele lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não se deixará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.
3. E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo.
4. Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane.
5. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.
6. E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim.
7. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares.
8. Mas todas essas coisas são o princípio das dores.
9. Então sereis entregues à tortura, e vos matarão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.
10. Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão.
11. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos;
12. e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.
13. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.
14. E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
Ao estudar o assunto que marca o retorno de Jesus, o Dr. Normam B. Harrison escreveu um livro no qual apresenta os sinais bíblicos dessa volta da seguinte forma: “10 sinais nos são dados no Pentateuco; 14 em Isaías em Jeremias; 14 em Ezequiel e Daniel; 15 nos profetas menores; 17 dados pelo próprio Cristo; 29 encontrados nas epístolas e 11 no livro de Apocalipse: ao todo são 110 sinais.”
Vamos passar em revista os sinais dados por Cristo, no relato de Mateus, 24:

1. Guerras entre as nações:
Desde que o mundo é mundo, até onde há registro histórico, apenas um pouco mais de duzentos anos, na contagem geral, o mundo pode usufruir de paz. Desde o dia quando o pecado entrou no mundo, a guerra entrou na alma e nos caminhos do homem. Sempre houve conflitos entre irmãos, famílias, clãs, tribos, países. Mas o fenòmeno de uma luta armada que arrastou as nações do mundo inteiro só ocorreu no século XX. Ainda o povo chorava suas dores, perdas e derrotdas, quando em torno de 20 anos, a Segunda Guerra Mundial voltava a inquietar a humanidade, num crescendo de dor e violência sem prescedentes. De 1898 a 1980 houve mais de 128 conflitos armados no mundo. E a indústria que mais cresce, sem sombra de dúvida é a de material bélico, com o aumento de 57% de conflitos nos últimos anos.
A Primeira Guerra Mundial foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha. Na Primeira Guerra Mundial apenas 5% das vítimas foram civis – na Segunda Guerra Mundial, esse número cresceu para aproximadamente 60% a mais do que era. Segunda Guerra Mundial: 1939-1945 – Uso de duas bombas nucleares (Llittle boy em Hiroshima e a Fat man em Nagasaki. Avalia-se em 60 milhões o número de pessoas que morreram em consequência da guerra.
O século XX ficará, talvez conhecido como aquele em que uma parte da humanidade atingiu incomparáveis níveis de bem estar, tendo-se também registrado extraordinários avanços tecnológicos e científicos em todas as áreas. Apesar de tudo isto, será também recordado como o século em que o extermínio de milhões de seres humanos ultrapassou todos os limites.
A Organização Mundial de Saúde, em Outubro de 2002, revelou as contas desta barbárie. No século XX, os conflitos armados provocaram, direta ou indiretamente, a morte de 191 milhões de pessoas, mais da metade dos quais eram civis.
Estas estatísticas, segundo os relatores do documento da OMS, estão longe de contabilizarem todos os mortos, dado que a maioria dos atos de violência são cometidos longe de qualquer olhar.
Barbáries: Pilhagens, Saques e Estupros
As guerras estão sempre associadas a morticíneos, mas também a pilhagens, saques e estupros. No passado ficaram tristemente célebres as pilhagens realizadas pelo exército francês sob o comando de Napoleão Bonaparte em toda a Europa e Norte de África.
O exército alemão, durante a 2ª.Guerra Mundial (1939-1945) foi todavia mais sistemático nestes crimes e organizou para o efeito uma vasta equipa de especialistas em história de arte para selecionarem as obras que deviam ser roubadas nos países que eram ocupados.
A recente invasão do Iraque pelos EUA e a Grã-Bretanha (2003) limitou-se a prosseguir esta prática histórica. Afinal nada parece ter mudado.
Indústria das Armas
Um dos aspectos mais chocantes do século XX, foi a suprema hipocrisia das grandes potencias mundiais. Ao mesmo tempo que se arvoravam como defensoras da Paz e dos Direitos Humanos, fomentavam guerras e golpes de estado em todo o mundo. As suas políticas externas foram e são ainda hoje determinadas pelas suas poderosas indústrias de armamento e da rapina que realizam à escala planetária.
Século XXI: A Nova Desordem Mundial
 Antes da Guerra contra o Iraque:
Ao longo do século XX, foram muitas as tentativas generosas para criar uma conjunto de organizações e princípios internacionais, capazes de regular as relações entre os povos e de garantir os mesmos direitos a todos os seres humanos, tendo originado logo à seguir à 2ª. Guerra Mundial (1939-1945), três instrumentos fundamentais:
A ONU- Organização das Nações Unidas
A Carta das Nações Unidas
A Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A ONU foi assumida como o “forum” internacional para a resolução pacífica dos conflitos entre os vários Estados, cujos princípios fundamentais foram consagrados na Carta.
A Declaração constituía uma promessa que era possível construir uma sociedade global para todos os seres humanos baseada em valores como a Dignidade, Igualdade, Liberdade e Fraternidade.
Apesar destes consensos, os crimes contra a Humanidade persistiram: 191 milhões de pessoas perderam a vida em guerras ao longo do século XX, uma boa parte dos quais já depois da 2ª. Guerra Mundial. Constata-se também que a maioria dos países do mundo continua a viver sob regimes ditatoriais ou onde não se respeitam os direitos humanos.
Face a esta situação, muitos têm retirado a seguinte conclusão: a ONU é uma instituição inútil, a Carta e Declaração só servem como um instrumento de retórica política, pois o que prepondera e sempre preponderou foi a Lei do Mais Forte.
 Agora – em pleno andamento da Guerra contra o Iraque:
O que mudou em finais do século XX foi que uma única potência a nível mundial – os EUA -, abandonou a retórica política anterior. Não esconde agora que se sente o país mais forte e mais poderoso de todos. Afirma sem qualquer complexo que não precisa de outros para legitimar as suas ações no mundo e a sua estratégia expansionista.
Faz agora o que considera mais justo ou mais adequado aos seu interesses. Aos restantes países resta apenas a tarefa de apoiarem as suas acções e de participarem como seus auxiliares no festim de guerras e pilhagens à escala planetária. Os que o não fizerem arriscam-se às consequências que os EUA determinarem. É a teoria do “Ou estão por Nós, ou Contra Nós”, enunciada por G. Bush.
A invasão do Iraque pelos EUA, é neste contexto, o sinal da nova desordem mundial: nela a retórica dos princípios foi substituída pela afirmação sem complexos dos interesses estratégicos da única grande potência mundial. Os EUA não escondem que:
 Não precisam da ONU, nem de consensos mundiais para nada. Fazem a guerra a quem quer que seja sempre que considerem que os seus interesses o justificam.
 Neste momento, consideram vital para a sua economia o controlo das regiões do mundo onde se concentram as maiores reservas mundiais de petróleo do mundo, nomeadamente do Golfo Pérsico onde se situam mais de 66% das reservas mundiais de petróleo.
 O Iraque, com cerca de 11% das reservas mundiais, oferecia todas as condições para alargar o domínio dos EUA na região, abrindo-lhe as portas para uma expansão para o continente Asiático. Estava enfraquecido por mais de 20 anos de guerras, por conflitos étnicos e sanções da ONU. A sua invasão e ocupação afigurava-se rápida e barata, face ao benefícios que daí podiam resultar para a economia norte-americana.
 A tudo isto se juntava outros argumentos de peso, capazes de justificarem no plano internacional esta invasão. O Iraque:
Desenvolvia e fabricava armas de destruição maciça;
Apoiava o terrorismo mundial;
Era uma das mais sanguinárias ditaduras no mundo.
A verdade é que estes argumentos não passavam de mera retórica política. Os EUA nunca conseguiu provar que o Iraque tivesse armas de destruição maciça, nem sequer que apoiava organizações terroristas. Quanto à brutalidade da sua ditadura, era em tudo idêntica a outras que são apoiados e financiados pelos próprios EUA. Feitas as contas, o único motivo que justificava a invasão era sempre o mesmo: o petróleo iraquiano.
Um dado novo entretanto ocorreu logo após a invasão. Para uma boa parte da opinião pública mundial:
 O sanguinário Saddam tornou-se num mártir da luta da independência de um país brutalmente atacado;
 A libertação de ditadura de um povo, prometida pelos EUA, começa a surgir como uma máscara odiosa para esconder a imposição de um regime neocolonial, cujo objetivo será garantir o saque dos recursos naturais de um país.
 G.Bush encarna cada vez mais, a imagem do Imperador paranóico que ameaça a comunidade internacional.
Armas de Destruição Maciça
A história do horror planejado cientificamente ultrapassa todos os limites. Génios da física, química, biologia e engenharia aplicam durante anos e anos todo o seu saber e inteligência a pensar como exterminar rápida e eficazmente o maior número dos seus semelhantes. Sonham em produzir uma arma suficientemente poderosa para subjugarem tudo e todos sob a ameaça do terror.
2. Fomes e Pestes:
Calcula-se que 815 milhões, em todo o mundo sejam vítimas crônica ou grave subnutrição, a maior parte das quais são mulheres e crianças dos países em vias de desenvolvimento. O flagelo da fome atinge 777 milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, 27 milhões nos países em transição (na ex-União Soviética) e 11 milhões nos países desenvolvidos.
A subnutrição crônica, quando não conduz apenas à morte física, mas implica frequentemente uma mutilação grave, nomeadamente a falta de desenvolvimento das células cerebrais nos bebês, e cegueira por falta de vitamina A. Todos os anos, dezenas de milhões de mães gravemente subnutridas dão à luz dezenas de milhões de bebês igualmente ameaçados. (Junho de 2002).
As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingiram atualmente proporções verdadeiramente chocantes.
O número de pobres não pára de crescer. Relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento mostra que nos últimos 30 anos o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,00 duplicou nos países menos desenvolvidos.
Para a agência da ONU, o dado mais preocupante é a tendência de que esse número aumente até 2015, quando os países menos desenvolvidos poderão passar a ter 420 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.
Em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já tem um consumo diário de apenas 57 centavos de dólares, enquanto um cidadão suíço gasta por dia US$ 61,9. Nos anos 70 cerca de 56% da população africana vivia com menos de US$ 1,00, hoje este valor é de 65%.A pobreza está a aumentar, em vez de diminuir.
As ajudas dos países mais ricos aos mais pobres são uma gota de água no Oceano, cifrando-se 0,22 por cento do seu PIB. O mais grave é todavia os subsídios que atribuem às suas empresas para exportarem e barreiras comerciais que levam aos produtos oriundos dos países mais pobres. O desequilíbrio de meios sufoca completamente as economias mais pobres. (Banco Mundial,Abril de 2003). É de estarrecer que com quase quatro anos de guerra contra o Iraque, os Estados Unidos gastaram mais de quatro trilhões de dólares, e já morreram mais de 100 mil iraquianos e mais de 3 mil norte-americanos. Para que tudo isso?
Pestes: As pestes e pragas estão aí. A todo tempo aparece em noticiário uma enfermidade não diagnosticada. Enquanto isso, o câncer continua matando em proporção alarmante. Doenças antigas que pareciam ter estacionado, estão voltando, como lepra e tuberculose. Todavia, muitas doenças têm a ver com o nosso comportamento imoral e ou indevido. No caso do uso do fumo, do álcool e do sexo. Esta composição para aos milhares, bem como desfazem e interrompem vidas, famílias, economias, nações.

3.Terremotos em vários lugares:
Data Região Mortos Magnitude Comentários
1290 27/09 Chihli, China 100.000
1556 23/01 Shensi, China 800.000
1737 11/10 Calcutá, India 200.000
1755 01/11 Lisboa, Portugal 70.000 Tsunami
1783 04/02 Calábria, Itália 50.000
1797 04/02 Quito, Equador 40.000
1828 12/12 Echigo, Japão 30.000
1868 16/08 Equador/Colombia 70.000
1906 18/04 São Francisco, USA 700 8,25 Incêndio em São Francisco
1908 28/12 Messina, Itália 120.000 7,5
1920 16/12 Kansu,China 180.000 8,5
1923 01/09 Kwanto, Japão 143.000 8,2 Incêndio em Tóquio
1932 26/12 Kansu, China 70.000 7,6
1939 31/05 Quetta, India 60.000 7,5
1960 29/02 Agadir, Marrocos 14.000 5,9 Matou 40% da população.
1964 28/03 Alaska 131 8,6 Grande destruição
1968 31/08 Iran 11.600 7,4 Falha superficial
1971 09/02 San Fernando, Calif. 65 6,5 Prejuizos meio bilhão de dólares
1972 23/12 Manágua, Nicaragua 5.000 6,2 Praticamente destruiu a capital
1975 04/02 Haicheng, China 1.328 7,4 Foi predito
1976 04/02 Guatemala 22.000 7,9 O falhamento rompeu cerca de 200 Km
1976 27/07 Tangshan, China 650.000 7,6 Ocasionou o maior número de mortos neste século
1985 18/09 México 10.000 8,1 Sérios danos na cidade do México com cerca de US$3.5 bilhões de prejuízos
1989 17/10 Loma Prieta, Cal. 57 7,1 Prejuizos da ordem de US$ 6 bilhões
1994 17/01 Northridge, Cal. 62 6,7 Prejuizos da ordem de US$15 bilhões
1995 16/01 Kobe, Japão 5.500 6.8 Prejuizos da ordem de US$ 100 bilhões
2004
26/12 Indonésia 300.000 9.0 Prejuízos da ordem de bilhões de dólares afetando 12 países.
O terramoto de 26 de Dezembro alterou em 2,5cm a posição do Pólo Norte. Este movimento sugere uma tendência sísmica já verificada em terramotos anteriores. O sismo também afectou a forma da Terra. A forma da Terra (aplanada nos pólos e com maior diâmetro sobre o equador), variou uma parte em 10 milhões, tornando a Terra mais redonda. No entanto, todas as mudanças são muito pequenas para serem percebidas sem instrumentos.O terremoto diminuiu ainda o comprimento dos dias, em 2,68 microssegundos, pelo que a Terra gira um pouco mais rápido do que o fazia antes. Sempre que acontecem variações da posição das massas sobre a Terra, como acontece num sismo, estas têm de ser compensadas por variações da velocidade de rotação do planeta.

4. Violência, ódio, traição e escândalos;
a) Violência urbana é a expressão que designa o fenômeno social de comportamento deliberadamente transgressor e agressivo ocorrido em função do convívio urbano. A violência urbana tem algumas qualidades que a diferencia de outros tipos de violência; e se desencadeia em conseqüência das condições de vida e do convívio no espaço urbano. Sua manifestação mais evidente é o alto índice de criminalidade; e a mais constante é a infração dos códigos elementares de conduta civilizada.
A violência urbana é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade. No entanto, ela incorpora modelos copiados dos países de maior influência na esfera internacional. As populações de países subdesenvolvidos, por exemplo, aprendem e reproduzem, muitas vezes com pequenas modificações, procedimentos violentos originários de expressões artísticas (filmes, novelas etc.) que tem a violência como tema.
As manifestações mais extremadas da violência urbana ocorrem em sociedades nas quais há uma tradição cultural de violência e acentuada divisões étnicas, sociais e econômicas.
A violência urbana é grande em países em que funcionam mal os mecanismos de controle social, político e jurídico. Em países como o Brasil, de instituições frágeis, profundas desigualdades econômicas e uma tradição cultural de violência, a realidade do cotidiano das grandes cidades é violenta. São freqüentes os comportamentos criminosos graves, como assassinatos, linchamentos, assaltos, tráfico de drogas, tiroteios entre quadrilhas rivais e corrupção, além do desrespeito sistemático às normas de conduta social estabelecidas pelos códigos legais ou pelo costume.
Uma das causas do crescimento da violência urbana no Brasil é a aceitação social da ruptura constante das normas jurídicas e o desrespeito à noção de cidadania. A sociedade admite passivamente tanto a violência dos agentes do estado contra as pessoas mais pobres quanto o descompromisso do indivíduo com as regras de convívio. Ficam impunes o uso da tortura pela polícia como método de investigação; a ocupação de espaços públicos por camelôs e donos de carros; as infrações de trânsito; a incompetência administrativa; a imperícia profissional; a negligência causadora de acidentes e o desrespeito ao consumidor. Entre os cidadãos habituados a esses comportamentos, encontram eco as formas violentas de fazer justiça, como a pena de morte, e mesmo o fuzilamento sumário, linchamentos e castigos físicos. É freqüente a aprovação popular da punição violenta sem direito a julgamento.
b) Ódio: O ódio está presente nas relações humanas. O ódio é um sentimento de profunda antipatia , desgosto, aversão, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo. Por causa do ódio, temos as descriminações de todos os tipos; racial ou étnica, sexual, religiosa, política, social. É não aceitar aquele que é diferente. É crer que aquele que é diferente é do mal, não presta, não serve para viver. É só assistir a um noticiário ou ler um jornal que se vê estampado por todos os lugares.
c) Traição, como uma forma de decepção ou repúdio da prévia suposição, é o rompimento ou violação da presunção do contrato social (verdade ou da confiança) que produz conflitos morais e psicológicos entre os relacionamentos individuais, entre organizações ou entre indivíduos e organizações. Geralmente a traição é o ato de suportar o grupo rival, ou, é uma ruptura completa da decisão anteriormente tomada ou das normas presumidas pelas outros. É tornar óbvio e evidente o que se queria ocultar, ser infiel ou descumprir com o compromisso assumido. Na lei, traição é o crime de deslealdade de um cidadão à sua pátria. Por exemplo, em tempos de guerra, uma pessoa que coorpera ativamente com o inimigo é considerado um traidor. No dito popular, traição significa adultério.
d) Escândalos: De todos os tipos: sociais, econòmicos-financeiros, políticos, religiosos, sexuais. É uma aberração, um fato em determinada área da vida, onde você esperava exatamente o oposto acontecer.
Lembre-se: E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim

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